Receita líquida da Ultrapar (UGPA3) subiu 11% no segundo trimestre de 2015

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Rio de Janeiro, 06 de Agosto de 2015 – A receita líquida consolidada da Ultrapar Participações S/A, um dos maiores grupos empresarias do Brasil, cresceu 11% no segundo trimestre de 2015 em relação ao segundo trimestre de 2014, atingindo R$ 18,511 bilhões, em função do crescimento de receita na IpirangaOxitenoUltragaz e da Extrafarma. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, a receita líquida apresentou aumento de 6%, principalmente em função da sazonalidade entre períodos.

No primeiro semestre de 2015, a receita líquida da Ultrapar (UGPA3) cresceu 10% em relação ao primeiro semestre de 2014, totalizando R$ 35.914 milhões.

Nos últimos doze meses, a receita líquida acumulada pela Ultrapar (UGPA3) foi de R$ 71,037 bilhões, valor 5% maior que receita líquida consolidada durante o ano exercício de 2014 (R$ 67,736 bilhões).

A receita operacional líquida é o mais importante indicador de crescimento de uma empresa, pois é fácil de calcular e não sofre influências de fatores atípicos e não recorrentes nas demonstrações financeiras da companhia. O cálculo da receita operacional líquida é realizado através da dedução de todos as contas redutoras da receita bruta obtida pela companhia. As contas redutoras são: devoluções de vendas, descontos comerciais e impostos incidentes sobre vendas (PIS, COFINS, ISS e ICMS).

Através da Ferramenta Método Sempre desenvolvida pela ADVFN, o maior portal virtual brasileiro de cotações de bolsas de valores nacionais e internacionais, o investidor tem acesso à evolução da receita operacional líquida da Ultrapar (UGPA3) nos últimos cinco anos, assim como à taxa de crescimento da receita operacional líquida  entre os períodos avaliados, à taxa média de crescimento da receita operacional líquida anual e à atualização trimestral da receita operacional líquida.Essas são informações essenciais para o investimento consciente em ações, pois um investidor de sucesso não investe em empresas que não apresentam um crescimento histórico consistente, assim como não deixa de avaliar, a cada divulgação de resultado trimestral, os fundamentos da empresa cujas ações decidiu investir.

Essas são informações essenciais para o investimento consciente em ações, pois um investidor de sucesso não investe em empresas que não apresentam um crescimento histórico consistente, assim como não deixa de avaliar, a cada divulgação de resultado trimestral, os fundamentos da empresa cujas ações decidiu investir.

 

Receita da Ipiranga no 2° Trimestre de 2015

O volume de vendas da Ipiranga totalizou 6.433 mil metros cúbicos no segundo trimestre de 2015, 2% acima do volume vendido no segundo trimestre de 2014. O volume vendido de combustíveis para veículos leves (ciclo Otto) cresceu 6%, impulsionado pelo crescimento da frota de veículos, pelos investimentos realizados para expansão da rede e pelo crescimento do volume de etanol. O volume de diesel apresentou uma redução de 1% em relação ao segundo trimestre de 2014, em função do desempenho mais fraco da economia. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, houve aumento de 5% no volume vendido, principalmente em função da sazonalidade entre períodos. No primeiro semestre de 2015, a Ipiranga acumula um volume vendido de 12.563 mil metros cúbicos, crescimento de 2% sobre o volume do primeiro semestre de 2014.

A receita líquida da Ipiranga totalizou R$ 15.975 milhões no segundo trimestre de 2015, 10% acima da receita líquida do segundo trimestre de 2014, principalmente em função: dos aumentos dos custos de gasolina e diesel na refinaria em novembro de 2014 e fevereiro de 2015; do maior volume vendido; da melhor composição de vendas, decorrente dos investimentos em expansão de postos, permitindo maior participação do segmento revenda; e da estratégia de inovação constante em serviços e conveniência no posto, gerando maior satisfação e fidelidade do cliente. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, a receita líquida apresentou aumento de 6%, em função do volume sazonalmente maior e do aumento dos custos de combustíveis em fevereiro de 2015. No primeiro semestre de 2015, a receita líquida totalizou R$ 31.094 milhões, aumento de 10% em relação ao primeiro semestre de 2014.

 

Receita da Oxiteno no 2° Trimestre de 2015

O volume de vendas da Oxiteno no segundo trimestre de 2015 totalizou 193 mil toneladas, aumento de 1% (2 mil toneladas) em relação ao segundo trimestre de 2014. O volume vendido de commodities foi 54% (12 mil toneladas) maior, em função de piores condições de preços de commodities no mercado internacional no segundo trimestre de 2014 e da parada programada na planta de Camaçari em março de 2015, que provocou postergação de vendas. O volume vendido de especialidades foi 6% (10 mil toneladas) menor que no segundo trimestre de 2014, efeito da crescente retração da economia brasileira, das menores vendas para o mercado argentino e da decisão de descontinuar uma linha de produtos voltada para o mercado de couros. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, o volume de vendas cresceu 10% (17 mil toneladas), com aumento de 1% nas vendas de especialidades e de 77% nas vendas de commodities, principalmente decorrente da parada programada na planta de Camaçari em março de 2015. O volume vendido no primeiro semestre de 2015 totalizou 368 mil toneladas, 4% abaixo do volume vendido no primeiro semestre de 2014.

A receita líquida da Oxiteno totalizou R$ 1.012 milhões no segundo trimestre de 2015, 24% acima do segundo trimestre de 2014, em função do real brasileiro 38% mais desvalorizado frente ao dólar norte-americano e do maior volume de vendas, parcialmente compensados pela redução nos preços internacionais do petróleo e, consequentemente, dos petroquímicos em geral. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, a receita líquida foi 19% maior, principalmente em função do volume 10% maior e do real brasileiro 7% mais desvalorizado. A receita líquida acumulada no primeiro semestre de 2015 foi de R$ 1.864 milhões, 13% acima do primeiro semestre de 2014.

 

Receita da Ultragaz no 2° Trimestre de 2015

No segundo trimestre de 2015, a Ultragaz atingiu volume de vendas de 430 mil toneladas, em linha com segundo trimestre de 2014, compensando o efeito da retração da economia no segmento granel com iniciativas comerciais para captura de novas revendas no segmento envasado e de novos clientes no segmento de pequenas e médias empresas. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, o volume vendido apresentou aumento de 7%, principalmente em função da sazonalidade entre os períodos. No semestre, a empresa acumulou um volume de vendas de 833 mil toneladas, 2% acima do primeiro semestre de 2014.

A receita líquida da Ultragaz foi de R$ 1.122 milhões no segundo trimestre de 2015, aumento de 11% em relação ao segundo trimestre de 2014, principalmente em função de iniciativas comerciais, incluindo melhor composição de vendas, e do aumento do custo do GLP para uso no segmento granel pela Petrobras em dezembro de 2014. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, a receita líquida apresentou crescimento de 8%, principalmente em decorrência do maior volume vendido. No primeiro semestre de 2015, a receita líquida da empresa totalizou R$ 2.160 milhões, aumento de 11% em relação ao primeiro semestre de 2014.

 

Receita da Ultracargo no 2° Trimestre de 2015

No segundo trimestre de 2015, a armazenagem média da Ultracargo foi 16% menor em relação ao segundo trimestre de 2014 em decorrência da indisponibilidade parcial do terminal de Santos decorrente do incêndio ocorrido no início de abril, parcialmente compensada pela maior movimentação de combustíveis e de óleo combustível para termoelétricas. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, a armazenagem média foi 20% menor. Excluindo as operações de Santos, os demais terminais da empresa apresentaram armazenagem média no segundo trimestre de 2015 2% e 5% maior que o segundo trimestre de 2014 e o primeiro trimestre de 2015, respectivamente. No primeiro semestre de 2015, a Ultracargo acumula uma variação negativa de 6% na ocupação média de seus terminais em relação ao primeiro semestre de 2014.

A receita líquida da Ultracargo totalizou R$ 73 milhões no segundo trimestre de 2015, 16% e 21% abaixo do segundo trimestre de 2014 e do primeiro trimestre de 2015, em função da menor movimentação, fruto da indisponibilidade parcial do terminal de Santos decorrente do incêndio ocorrido no início de abril. Excluindo as operações de Santos, os demais terminais da empresa apresentaram receita líquida no segundo trimestre de 2015 8% e 4% maior que o segundo trimestre de 2014 e o primeiro trimestre de 2015, respectivamente. No primeiro semestre de 2015, a receita líquida da Ultracargo totalizou R$ 166 milhões, 4% abaixo do primeiro semestre de 2014.

 

Receita da Extrafarma no 2° Trimestre de 2015

Extrafarma encerrou o segundo trimestre de 2015 com 234 lojas próprias nas regiões Norte e Nordeste, um aumento de 31 lojas (15%) em relação ao final do segundo trimestre de 2014. Ao final do segundo trimestre de 2015, 14% das lojas possuíam até um ano de operação, o mesmo percentual apresentado no segundo trimestre de 2014. Em relação ao primeiro trimestre de 2015, houve aumento de 8 lojas (4%).

A receita bruta da Extrafarma totalizou R$ 359 milhões no segundo trimestre de 2015, aumento de 17% em relação ao segundo trimestre de 2014, principalmente em função do aumento da receita bruta do segmento varejo, decorrente do maior número médio de lojas e do crescimento de 12% no faturamento das lojas existentes há mais de um ano (same store sales), fruto da maturação de lojas e do reajuste anual dos preços de medicamentos autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED). Em relação ao primeiro trimestre de 2015, a receita bruta da empresa aumentou 6%, em função do reajuste anual dos preços referido acima. No primeiro semestre de 2015, a receita bruta da Extrafarma totalizou R$ 697 milhões, 40% acima do primeiro semestre de 2014.

 

Conheça a Ultrapar

Ultrapar Participações S/A é um dos maiores grupos empresariais brasileiros. Essa companhia multinegócios atua nos setores de varejo e distribuição especializada, por meio da UltragazIpiranga e Extrafarma, na indústria de especialidades químicas, com a Oxiteno, e no segmento de armazenagem para granéis líquidos, por meio da Ultracargo, é um dos maiores grupos empresariais brasileiros. Também atua no refinamento de petróleo, através de participação na Refinaria de Petróleo Rio-Grandense S/A.

Ultragaz é a maior distribuidora de GLP no Brasil e uma das maiores distribuidoras independentes do mundo em termos de volume vendido. A distribuição de GLP aos milhões de domicílios atendidos pela empresa é realizada através de frota própria e utiliza uma rede de mais de 4,7 mil revendedores independentes. A Ipiranga é a segunda maior distribuidora de combustíveis do país e conta com uma rede de mais de 6,5 mil postos revendedores. A Oxiteno é uma das maiores produtoras de óxido de eteno e de seus principais derivados na América Latina, grande produtora de especialidades químicas e a única produtora de álcoois graxos e co-produtos na América Latina. A Ultracargo é a maior provedora de armazenagem para granéis líquidos do Brasil. A Extrafarma é uma das dez maiores redes de drogarias do país, com dezenas de lojas e um centro de distribuição nas regiões Norte e Nordeste.

Ultrapar detém operações em todo o território brasileiro e possui, através da Oxiteno, unidades industriais nos Estados Unidos, no Uruguai, no México e na Venezuela e escritórios comerciais na Argentina, na Bélgica, na China e na Colômbia.

Através da Ferramenta Método Sempre desenvolvida pela ADVFN, o maior portal virtual brasileiro de cotações de bolsas de valores nacionais e internacionais, o investidor tem acesso à evolução da receita operacional líquida da Ultrapar (UGPA3) nos últimos cinco anos, assim como à taxa de crescimento da receita operacional líquida  entre os períodos avaliados, à taxa média de crescimento da receita operacional líquida anual e à atualização trimestral da receita operacional líquida.

Ferramenta Método Sempre também disponibiliza essas mesmas informações para outros indicadores fundamentais, essenciais para o investidor que deseja selecionar conscientemente as ações de empresas que comporão seu portfólio de investimento: patrimônio líquido consolidado, lucro líquido, ativo total, dividendos e juros sobre capital próprio, valor de mercado atual, último valor de mercado anual, valor de mercado mínimo anual, valor de mercado máximo anual, diferença média entre as cotações das ações ordinárias e preferenciais, índice preço/valor patrimonial (P/VP), dividend yield (DY), endividamento simples (passível exigível/ativo total), payout (dividendos/lucro líquido), índice preço/lucro (P/L) atual, índice preço/lucro (P/L) anual, índice preço/lucro (P/L) mínimo e índice preço/lucro (P/L) máximo.

Além disso, o investidor tem acesso à projeção do valor de mercado da companhia nos próximos cinco anos, caso a empresa consiga, ao menos, replicar a rentabilidade média obtida nos cinco anos anteriores. A ferramenta também calcula automaticamente qual será o ganho médio patrimonial do investidor nos próximos cinco anos, caso ele opte por comprar hoje as ações da companhia, caso a companhia mantenha o mesmo ritmo de geração de receita e caso o investidor reinvista todos os dividendos e juros sobre capital próprio pago pela companhia na compra de novas ações.

Todos esses dados são exportáveis automaticamente para planilhas Excel, com o intuito de permitir que o próprio investidor possa fazer suas premissas sobre o crescimento da companhia. Clique aqui para acessar a Ferramenta Método Sempre da ADVFN e passar a acompanhar tudo o que acontece com o ativo UGPA3.

 

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