Brasil: custo médio da dívida pública federal em Setembro de 2015

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O custo médio acumulado nos últimos doze meses da DPF aumentou 0,14%, passando de 15,93% ao ano, em agosto, para 16,07% ao ano, em setembro. Já o custo médio acumulado em doze meses do estoque da dívida mobiliária interna passou de 13,53% ao ano para 13,62% ao ano. Com relação à dívida externa, este indicador registrou aumento, passando de 62,11% ao ano para 62,59% ao ano, devido, principalmente, à desvalorização do real frente à cesta de moedas atrelada à DPFe.

São Paulo, 28 de Outubro de 2015 – Segundo o Tesouro Nacional, o custo médio acumulado nos últimos doze meses da Dívida Pública Federal (DPF) aumentou 0,14%, passando de 15,93% ao ano, em agosto de 2015, para 16,07% ao ano, em setembro deste ano.

Já o custo médio acumulado em doze meses da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) passou de 13,53% ao ano, em agosto de 2015, para 13,62% ao ano, em setembro de 2015, subindo 0,09 ponto percentual. Cinco dos sete principais componentes da dívida interna brasileira apresentaram crescimento de custo médio entre os períodos: LFT (de 12,40% para 12,63%), LTN (de 11,08% para 11,14%), NTN-B (de 15,73% para 15,67%), NTN-C (de 18,16% para 19,00%), NTN-F (de 11,83% para 11,80%), TDA (de 4,90% para 4,98%) e Dívida Securitizada (de 6,76% para 6,92%).

Considerando apenas o custo médio das emissões em oferta pública da DPMFi, ampliou-se em 0,19%, passando para 13,15% ao ano, em setembro, contra 12,96% ao ano em agosto.

O custo médio de emissão em oferta pública da DPMFi é um indicador que reflete a Taxa Interna de Retorno (TIR) dos títulos do Tesouro Nacional no mercado doméstico, somada às variações de seus indicadores, considerando-se apenas as colocações de títulos em oferta pública (leilões) nos últimos 12 meses.

Com relação à Dívida Pública Federal externa (DPFe), houve acréscimo no custo médio de seus títulos e contratos no período acumulado dos últimos doze meses, passando de 62,11% ao ano para 62,59% ao ano, devido, principalmente, à desvalorização do real frente à cesta de moedas
atrelada à DPFe.

Tanto a dívida mobiliária (de 62,16% para 62,47%) quanto a dívida contratual (de 61,64% para 63,86%) registraram aumento de custo médio entre agosto e setembro. Ficou assim a composição da dívida externa mobiliária: o Global USD (de 73,40% para 72,56%), o Euro (de 47,69% para 52,25%) e o Global BRL, não registrou oscilação, permanecendo pelo quarto mês consecutivo em 10,79%. Já a dívida externa contratual contraída junto a organismos multilaterais subiu de 61,64% em agosto para 63,86% em setembro. Por sua vez, os contratos firmados com credores privados internacionais e agências governamentais fecharam setembro com um custo médio de 60,81%, percentual acima ao custo médio de 57,01% registrado no oitavo mês de 2015.

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