Corretora Planner espera terceirizar infraestrutura no começo do ano

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A Planner Corretora deverá terceirizar parte de sua estrutura no ano que vem, juntamente com aConcórdia Corretorae mais duas instituições, usando uma empresa especializada única para baratear seus custos. A expectativa é que, mais que a redução dos custos, porém, haja condições de focar mais na atividade principal da corretora, que é o atendimento e a prestação de serviços para os clientes, explica Carlos Arnaldo  Souza,  presidente da Planner Holding. “A ideia é deixar a infraestrutura com quem só faz isso e gastar energia e recursos com nossa atividade fim”, afirma Souza.

Além dos ganhos de escala, obtidos com o fim das estruturas individuais de cada corretora, e que são significativos, há ainda as vantagem com a padronização de processos e a possibilidade de concentrar os investimentos em infraestrutura e modernização. “Com a padronização, podemos abrir os processos e escolher os melhores, e investir neles de forma mais inteligente, pois fica mais claro o que é mais interessante para todos”, afirma.

O processo de terceirização está avançado, explica Souza, na fase de mapeamento das estruturas operacionais que serão repassadas e na formalização da nova empresa. “A fase de preparação, de criação da governança e estruturação já foi superada”, diz. A expectativa é que em três meses o serviço entre em fase de ambiente de testes para os atuais quatro sócios e depois outras corretoras poderão aderir ao sistema. “Imaginamos que, na virada do primeiro para o segundo semestre do ano que vem, estaremos funcionando e oferecendo o serviço para terceiros”, diz Souza. A exemplo de Carlos Villares, diretor da Concórdia, Souza não quis antecipar quem são as outras duas parceiras no projeto.

Inicialmente, o mercado especulava que seriam as corretoras Magliano e CoinValores, o que Souza negou.

 

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