Relatório sobre os resultados operacionais e financeiros da SulAmérica no 2° trimestre de 2015

LinkedIn

No dia 30 de Junho de 2015, a SulAmérica divulgou relatório sobre seus resultados operacionais e financeiros durante o segundo trimestre de 2015. As informações financeiras e operacionais contidas nesse relatório, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas em bases consolidadas, em reais brasileiros, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo a Legislação Societária e a convergência às normas internacionais do IFRS. As comparações realizadas neste comunicado levam em consideração o segundo trimestre de 2014, exceto quando especificado em contrário.

SulAmérica (BOV:SULA3, BOV:SULA4 e BOV:SULA11)  atua em negócios que envolvem seguros de saúde, seguros de seguros de veículos, seguros de propriedades, seguros contra acidentes, seguros de vida, previdência privada, gestão de serviços de saúde e gestão de ativos. A empresa detém a posse integral da empresa Saepar Serviços e Participações S/A.

 

 

Conjuntura Econômica da SulAmérica no 2° Trimestre de 2015

No segundo trimestre de 2015, o lucro líquido da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) avançou 130,4%, chegando a R$ 123,5 milhões.

Os prêmios de seguros cresceram 13,2% alcançando R$ 3,8 bilhões.

O total de receitas e arrecadações chegaram a R$ 4,3 bilhões e cresceram 2,1%.

O índice combinado foi de 99,8% e melhoraram de 3,3%.

A rentabilidade da carteira de ativos próprios de 103,6% do CDI.

O ROAE (Lucro sobre o patrimônio médio – LTM) foi de 16,1%.

 

 

O Total das receitas e arrecadações da SulAmérica no 2° Trimestre de 2015

O total de receitas e arrecadações da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) no segundo trimestre de 2015 (R$ 4.278,2 bilhões) foi 2,1% superior ao do segundo trimestre de 2014 (R$ 4.189,4 bilhões). Em comparação ao primeiro trimestre de 2015 (R$ 4.100,9 milhões) a variação foi de 4,3%.

 

 

As Despesas da SulAmérica no 2° Trimestre de 2015

As despesas administrativas da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) no segundo trimestre de 2015 foram de (- R$ 322,3 milhões), enquanto que no segundo trimestre de 2014 foram de (-R$ 290,5 milhões). A variação foi de -11,0%. Já se comparado ao primeiro trimestre de 2015 (-R$ 302,9 milhões), a oscilação foi de -6,4%.

A SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) manteve disciplina na gestão de custos no segundo trimestre de 2015, mantendo o índice de despesas administrativas praticamente estável em 8,7%, quando comparado ao segundo trimestre de 2014. No acumulado, o índice atingiu 8,6%, abaixo dos 8,9% registrados no ano anterior, beneficiando-se de sinergias operacionais. Em termos absolutos, as despesas administrativas aumentaram 11,0% no trimestre, impactadas pelo reajuste anual de salário dos funcionários (dissídio coletivo), aumento do quadro de pessoal e despesas com tecnologia da informação.

As outras despesas operacionais aumentaram 30,5% no segundo trimestre de 2015 (- R$ 114,9 milhões) na comparação com o mesmo mês do ano anterior (- R$ 88,1 milhões) por conta do aumento de provisões para contingências judiciais. Já as despesas com tributos diretos aumentaram 10,7% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (de -R$ 45,9 milhões para -R$ 50,8 milhões) e também aumentaram as despesas em 6,6% do primeiro trimestre de 2015 (- R$ 47,7 milhões) para o segundo trimestre de 2015 (- R$ 50,8 milhões).

 

 

O Resultado Financeiro da SulAmérica no 2° Trimestre de 2015

O resultado financeiro total apresentou crescimento de 15,8% no segundo trimestre de 2015 em relação ao segundo trimestre de 2014, devido a performance dos ativos indexados à inflação e pela maior taxa básica de juros (Selic). A rentabilidade da carteira de ativos próprios da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) foi de 103,6% do CDI.

Cerca de 99% das aplicações em títulos e valores mobiliários da Companhia não vinculadas às operações de previdência estão alocadas em ativos de renda fixa e menos de 1% são representados por ativos de renda variável. Aproximadamente 95% dos investimentos em renda fixa estão alocados em títulos com classificação de risco AAA ou risco soberano (títulos públicos).

 

 

O Lucro Líquido Consolidado da SulAmérica no 2° Trimestre de 2015

O Lucro Líquido consolidado da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) foi de R$ 123,5 milhões no segundo trimestre de 2015. No segundo trimestre de 2014, havia sido de R$ 53,6 milhões. A variação foi de 130,4%. Já na comparação com o primeiro trimestre de 2015 (R$ 101,4 milhões), a variação foi de 21,8%.

 

 

Os Ativos da SulAmérica no 2° Trimestre de 2015

Os ativos da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) totalizaram R$ 19.424,0 milhões no segundo trimestre de 2015. No segundo trimestre de 2014, haviam sido de R$ 18.716,8 milhões. A variação foi de 3,8%.

 

 

O Patrimônio Líquido Consolidado da SulAmérica no 1° Trimestre de 2015

O patrimônio líquido consolidado da SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) totalizou R$ 4.184,8 milhões no segundo trimestre de 2015. No segundo trimestre de 2014, havia sido de R$ 4.001,7 milhões. A variação foi de 4,6%.

 

 

A SulAmérica no mercado de capitais

Negociada no Mercado Bovespa desde 17 de Fevereiro de 2002, a SULA3 pertence à lista de ativos do Mercado Tradicional de ações da principal bolsa de valores brasileira. Mesmo não estando listada no Novo Mercado da BM&FBOVESPA, a companhia assegura ao investidor detentor de ações ordinárias da Sul América o direito de tag along de 100% sobre o preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador no caso de venda do controle acionário da empresa.

A SulAmérica (SULA3, SULA4 e SULA11) também assegura aos acionistas detentores de suas ações ordinárias: o direito a voto pleno, o direito a dividendos, o direito a conversibilidade de ações, o direito a reembolso de capital e a restrição a circulação de ações no mercado acionário.

Com relação ao direito de dividendos, os acionistas detentores de ações ordinárias e/ou preferenciais farão jus a 25% do lucro líquido ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76, que serão distribuídos a título de dividendo obrigatório, ressalvados os casos previstos em lei. Competirá à Assembleia Geral Ordinária deliberar sobre a proposta da administração quanto à distribuição de dividendos.

Com relação ao direito de conversibilidade de ações, os acionistas da companhia poderão converter as ações ordinárias de sua propriedade em ações preferenciais de emissão da companhia, na razão de 1 ação ordinária para 1 ação preferencial, não podendo ser ultrapassado o limite legal máximo de ações preferenciais, competindo ao Conselho de Administração da Sul América S/A estabelecer os termos e prazos para o exercício de tal direito. Caso a conversão de ações de acionistas titulares de ações ordinárias possa resultar em um número de ações preferenciais que exceda o limite legal de 50% do total das ações emitidas pela Sul América S/A, a referida conversão será procedida mediante rateio entre os acionistas interessados, na proporção de sua participação no capital social, até o alcance do referido limite legal.

Com relação ao direito de reembolso de capital, é assegurado às ações ordinárias o direito ao reembolso de seu valor patrimonial em caso de liquidação da companhia. Na hipótese de exercício do direito de retirada, o montante a ser pago pela companhia aos acionistas a título de reembolso das respectivas ações, nos casos autorizados pela Lei nº 6.404/76, conforme alterada pela Lei nº 10.303/01, deverá ser calculado com base no valor econômico de tais ações, a ser apurado de acordo com o procedimento de avaliação aceito pela Lei nº 9.457/97, sempre que tal valor for inferior ao valor patrimonial apurado de acordo com o artigo 45 da Lei nº 6.404/76.

Também é importante salientar que, de acordo com a Lei n.º 6.404/76, nem o Estatuto Social da companhia nem as deliberações tomadas em assembleia geral podem privar os acionistas do direito de: participar dos lucros sociais; participar, na hipótese de liquidação da companhia, da distribuição de ativos remanescentes, na proporção de sua participação no capital social; fiscalizar a gestão da companhia, conforme a Lei n.º 6.404/76; preferência na subscrição de futuros aumentos de capital, exceto em determinadas circunstâncias previstas na Lei n. 6.404/76; e retirar-se da companhia nos

Sul América S/A também possui outros valores mobiliários disponíveis para negociação no mercado de bolsa de valores brasileiro. Na BM&FBOVESPA, além das ações ordinárias SULA3, o investidor também pode negociar ações preferenciais SULA4 e certificados de depósito de ações (units) SULA11.

Deixe um comentário

Esta área do website ADVFN.com é destinada para comentários e anáises individuais independentes. Estes blogs são administrados por autores independentes através de uma plataforma de alimentação comum, não representando as opiniões da ADVFN. A ADVFN não monitora, aprova, altera ou exerce controle editorial sobre estes artigos, não aceitando, portanto, ser responsabilizada por tais informações. As informações disponibilizadas no website ADVFN.com destina-se para sua informação em geral mas não, necessariamente, para suas necessidades particulares. As informações não constituem qualquer forma de recomendação ou aconselhamento por parte da ADVFN.COM.