Com Cetip, BM&FBovespa é aposta sólida em meio à turbulência, diz BTG Pactual

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Uma vez confirmada a compra da Cetip (BOV:CTIP3) pela BM&FBovespa (BOV:BVMF3), a nova companhia do setor financeiro deverá despontar como a melhor aposta do segmento no longo prazo, segundo avaliação do BTG Pactual sobre quais empresas deverão sobreviver, com algum fôlego, ao atual turbulento quadro político nacional.

Apesar de um acordo final ainda não ter sido firmado, “a fusão faz muito sentido para ambas as empresas”, aponta relatório do banco de investimentos.

Além das sinergias potenciais, a fusão tornará a nova companhia uma relevante “fornecedora de soluções” para gestão administrativa dos bancos e mesas de tesouraria. Mesmo assim, o BTG dá recomendação “neutra” aos papéis da bolsa, com preço-alvo de R$ 16 ou US$ 4,47 para os próximos 12 meses.

O banco ainda cita no texto outras empresas que teriam as mesmas condições de sobreviver às crises política e econômica, como Telefônica Brasil, Gerdau, Kroton e Localiza.

No caso da BM&FBovespa, diz o BTG, além de fechar portas aos recém-chegados no segmento, a compra resultará numa companhia mais resistente, especialmente tendo em vista um quadro em que as perspectivas para os negócios estão sob pressão. Para os analistas Eduardo Rosman e Gustavo Lobo, a nova companhia financeira contará com forte geração de fluxo de caixa.

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