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Emprego no varejo em SP cai abaixo de 1 milhão pela primeira vez desde 2013, diz Fecomércio

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O emprego no varejo da Região Metropolitana de São Paulo retrocedeu mais uma vez e registrou em abril 996.652 vagas formais, número semelhante ao de setembro de 2012. Os dados divulgados hoje pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio) apontam que o setor vem sofrendo com a crise econômica e já apresenta um retrocesso de quatro anos. É a primeira vez desde agosto de 2013 que o emprego no setor fica abaixo de 1 milhão de vagas.

O setor chegou a um recorde de 1.052.259 postos em dezembro de 2014 na região metropolitana de São Paulo, mas veio recuando nos últimos anos. O resultado dos últimos meses é reflexo da falta de confiança, de investimentos, recuo dos financiamentos, retração do PIB e desequilíbrio macroeconômico, com enorme déficit fiscal e inflação acima da meta por muito tempo.

29 mil empregos a menos no ano

O relatório apontou ainda que o varejo paulistano fechou quase 29 mil empregos com carteira assinada nos primeiros quatro meses do ano. Segundo a Fecomércio, não há perspectivas de recuperação no curto prazo, porém a tendência para os próximos meses é de estabilidade dos indicadores.

Varejo, Atacado e Serviços também registra baixo desempenho

O mercado de trabalho dos setores de varejo, atacado e serviços no Estado de São Paulo também registrou marcos negativos na pesquisa da Fecomércio. Segundo o relatório, em março, pela primeira vez desde março de 2013, o estoque total de trabalhadores formais no setor de comércio varejista, atacadista e serviços paulista ficou abaixo de 10 milhões.

O número de empregados com carteira assinada no comércio varejista ficou em 2.083.311, número 3,3% inferior ao de março de 2015; no comércio atacadista, em 495.267, 4% menor do que em março de 2015; e no setor de serviços, em 7.419.744, com queda de 2.2% em relação a março de 2015.

Com isso, o comércio varejista, atacadista e o setor de serviços empregaram, juntos, 9.998.322 trabalhadores formais em março de 2016, ante 10.258.265 no mesmo mês de 2015, uma queda de 2,53%.

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