Reputação ajuda a valorizar o preço das ações de empresas na bolsa, mostra pesquisa

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Em momentos de crise como o atual, a reputação de uma empresa ajuda não só nos negócios, mas também na valorização de suas ações em bolsa. É o que mostra o Ranking Brasil 2016, da consultoria britânica Reputation Dividend, feito em parceria com a brasileira MZ” .  O estudo mostra que a reputação responde por 15% a 43% do valor de mercado nas 20 empresas com maior conceito no Índice Bovespa. Na média, a reputação responde por 30% do valor de mercado das companhias, ou US$ 89 bilhões (R$ 311 bilhões) em maio deste ano.

A empresa de melhor reputação na lista é a fabricante de bebidas Ambev, o que mostra a preocupação dos investidores com a eficiência na gestão e a produtividade, marcas registradas do grupo liderado por Jorge Paulo Lemann, que se tornou uma das maiores fabricantes de bebidas do mundo. O estudo mostra também que o impacto da perda de reputação foi maior do que o do ganho nos valores das empresas, com o prêmio médio de reputação subindo 10,9 pontos percentuais nas que melhoraram e caindo 16,2 pontos nas que pioraram.

Embora o mercado brasileiro esteja enfrentando condições excepcionalmente difíceis, algumas empresas estão conseguindo mitigar a pressão por meio de uma gestão mais eficaz de sua reputação, avalia Simon Cole, fundador e presidente da Reputation Dividend. A análise quantitativa de reputação  da Reputation Dividend foi incorporada pela brasileira MZ” em sua plataforma tecnológica de informações corporativas Engage-x, que traz índices, relatórios e análises de empresas, explica Rodolfo Zabisky, presidente da consultoria brasileira e um dos responsáveis pela pesquisa local. A pesquisa completa será conhecida hoje à tarde.

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