Após BC vender US$ 1,7 bi em swaps, dólar tem alta de 1%; turismo sobe 5%

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O dólar comercial teve mais um dia de nervosismo, chegando a subir mais de 3%, para R$ 3,50. A moeda só se acalmou depois das intervenções do Banco Central, oferecendo proteção (hedge) para os investidores por meio de contratos de swap cambial. A fala do presidente do BC, Ilan Goldfajn, garantindo que o banco vai atuar para reduzir as oscilações do mercado, ajudou a reduzir as cotações. No fim do dia, o dólar comercial fechou ainda em alta, de 1%, a R$ 3,394 para venda. O dólar turismo, das viagens e cartões, subiu 4,94%, para R$ 3,61 para venda.

O Banco Central vendeu hoje, em três leilões de contratos de swap cambial, que equivalem à venda futura de moeda, US$ 1,702 bilhão ao mercado. Além dos US$ 750 milhões vendidos pela manhã, o  Banco Central vendeu mais US$ 957,500 milhões em dois leilões nesta tarde para segura a alta do dólar.

No segundo leilão, às 14h30, foram vendidos US$ 405 milhões, ou 8.100 contratos, o que levou o BC a anunciar um terceiro leilão, encerrado às 15h30, dos 11.900 contratos que sobraram.

Na terceira oferta, foram vendidos 10.950 contratos, no valor de US$ 547,5 milhões. A atuação firme do BC fez o dólar, que subia mais de 3%, perder força. O dólar comercial era vendido há pouco a R$ 3,38, em alta de 0,59%.

E o BC já anunciou para segunda-feira mais um leilão, de 15 mil contratos, ou US$ 750 milhões, destinados à rolagem do vencimento de swaps cambiais em 1º de dezembro. Até lá, o BC fará leiloes diários desse valor, e poderá aumentar a oferta se o mercado continuar pressionado, como hoje.

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