Consulte a Bússola de Investimentos ADVFN desta quinta-feira, dia 26

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• O índice Dow Jones (DOWI:DJI) quebrou seu recorde histórico e fechou pela primeira vez acima dos 20 mil pontos nesta quarta-feira, enquanto o mercado brasileiro estava fechado pelo feriado de aniversário da cidade de São Paulo.

• As reservas provadas de óleo, condensado e gás natural da Petrobras (BOV:PETR3) (BOV:PETR4) atingiram 12,51 bilhões de barris de óleo equivalente ao final de 2016, queda de 5,76% no ano. A companhia apresentou um índice de reposição de reservas de 34% em 2016. A relação entre o volume de reservas e o volume produzido é de 13,5 anos. O índice de desenvolvimento, que é a relação entre as reservas provadas desenvolvidas e as reservas provadas, foi de 50% em 2016.

• O Santander Brasil (BOV:SANB11) registrou lucro líquido de R$ 5,52 bilhões em 2016, queda de 20,9% na comparação anual.

• O executivo brasileiro Hugo Barra, demitido pela fabricante de celulares chinesa Xiaomi no começo desta semana, foi contratado ontem pelo Facebook para liderar a equipe de realidade virtual da companhia.

• ANAC: a demanda por transporte aéreo doméstico de passageiros acumulou queda de 5,7% em 2016. Gol (BOV:GOLL4) e Latam continuaram liderando o mercado doméstico em dezembro de 2016, com participações de 37,4% e 32,7%, respectivamente.

• Segundo o jornal Valor Econômico, o Ministério Público Federal vai usar a lei anticorrupção para responsabilizar o Bradesco (BOV:BBDC4) e outras empresas investigadas pela Operação Zelotes por supostos atos de corrupção no CARF.

• A CVM acatou o recurso apresentado pela Via Varejo (BOV:VVAR11) contra a decisão da Superintendência de Relações com Empresas que determinava o refazimento das demonstrações financeiras e outros formulários da companhia referentes ao exercício social de 2013 e seguintes.

• A Bernstein elevou a recomendação para as ações da Vale (BOV:VALE3) (BOV:VALE5) de marketperform para outperform, com o preço-alvo sendo elevado de R$ 19,00 para R$ 45,00.

De acordo com os analistas, a Vale permanece “fundamentalmente com uma exposição alavancada ao preço do minério de ferro – mas esta recuperação dos preços das commodities ainda não está incorporada ao preço da ação”, segundo o relatório. A nova mina S11D é “uma maravilha geológica – o próprio paradigma de um ativo ’classe 1’, com custos FOB de produção, quando totalmente incorporados, que são ‘‘bastante surpreendentes. Isto significa que a aceleração do S11D ao longo dos próximos quatro anos deve agir como um driver independente de expansão da margem”, afirmam os analistas.

• Os analistas do Credit Suisse chamam a atenção para o Itaú Unibanco (BOV:ITUB4) para a possibilidade de serem apresentadas despesas de provisão abaixo do esperado, “devido a indicadores de qualidade de ativos muito saudáveis no trimestre anterior”.

O trio alterou recomendação para as ações do Banco do Brasil (BOV:BBAS3) de neutra para outperform. “Apesar de o banco ter sinalizado para baixo os resultados do 4T16, temos razões para acreditar em uma reação positiva, já que, apesar do aumento das provisões, as taxas de formação deverão mostrar melhora em relação ao 3T16 e antecipar ganhos significativos na Previ, revertendo a perda de R$ 4,9 bilhões para um ganho de R$ 2,4 bilhões”, escreveram a clientes.

• A Suzano (BOV:SUZB5) é a “top pick” do BTG Pactual entre as produtoras de celulose da América Latina em meio a sinais de que a demanda por celulose de fibra curta aumentou e os mercados estarão mais equilibrados, segundo relatório de analistas como Leonardo Correa e Caio Ribeiro. O BTG cita dados do Pulp and Paper Products Council (PPPC) que mostram o crescimento material na demanda por fibra curta em dezembro

Suzano está menos exposta à fibra curta do que a Fibria (BOV:FIBR3), mas o BTG avalia a rentabilidade de curto prazo do fluxo de caixa livre de 10%-11% em 2017-18, alavancagem declinante e redução de custos. O potencial de geração de caixa da Fibria é limitado nos próximos meses, alavancagem está aumentando Klabin tem pouco potencial de ganho e múltiplos altos. A Klabin (BOV:KLBN11), por sua vez, é a “top pick” no setor de celulose do Bradesco BBI.

• O Departamento de Justiça dos Estados Unidos pediu que a a Justiça norte-americana reconheça o acordo segundo a qual a companhia petroquímica. Braskem (BOV:BRKM5), pagará uma reparação de US$ 632 milhões por atos confessados na Operação Lava Jato. As informações foram dadas pelo jornal Folha de S. Paulo.

• O Santander reiniciou cobertura para as ações da Marfrig (BOV:MRFG3) com recomendação de compra. Os analistas do banco estabeleceram R$ 9,00 como preço-alvo dos papéis ordinários da companhia, um potencial de valorização de 45%. “A nossa visão positiva sobre o nome é baseada em (1) perspectivas de crescimento superior para Keystone como uma fornecedora global para a indústria de alimentação;(2) maiores margens na Marfrig Beef devido a melhoria da dinâmica do ciclo da carne bovina; (3) melhoria da gestão do passivo e (4) um desconto de 15% em relação à média global dos pares pela métrica EV/EBITDA”.

• O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo determinou prazo até março para que a Arsesp (agência reguladora de energia paulista) revise a tarifa de gás canalizado da Comgás (BOV:CGAS5). As informações são do blog Mercado Aberto, do jornal Folha de S. Paulo. A decisão ocorre quase após dois anos de disputa judicial, em resposta a apelação movida pela Abrace — cujas associadas representam cerca de 40% do consumo de gás no país.

• A bolsa norte-americana CME confirmou a venda da fatia remanescente que tinha na BM&FBovespa (BOV:BVMF3), de 2,4%. A CME sinalizou o desinvestimento na semana passada, quando Charles Carey, conselheiro indicado pela bolsa dos EUA, renunciou ao cargo e informou que a CME não teria interesse em indicar novo candidato, sem explicar a razão. O banco que fez a operação foi Bank of America Merrill Lynch. Vale destacar que, na última terça, as ações da Bolsa tiveram um movimento de forte queda em meio a essa operação. Veja mais clicando aqui.

• A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) retomou a análise do caso envolvendo o ilícito admitido pelo presidente do conselho de administração da companhia, José Auriemo Neto, que fez contribuição ilegal para campanha política, mas alega que a operação não envolveu a JHSF (BOV:JHSF3). As informações são do jornal Valor Econômico.

• De acordo com o jornal Valor Econômico, o tamanho da operação de socorro do Rio Grande do Sul está diretamente associado à possibilidade de o governo gaúcho incluir a venda do Banrisul (BOV:BRSR6), banco no cardápio de contrapartidas. O governador gaúcho, José Ivo Sartori (PMDB), demonstra resistência à ideia, mas, segundo fontes do governo federal ouvidas pelo jornal, dificilmente o problema do Estado será resolvido sem a venda.

• A Prumo Logística (BOV:PRML3) convocou Assembleia Geral Especial de Acionistas Titulares de ações em circulação no mercado para 24 de fevereiro, às 10h, segundo comunicado. A Ernst & Young Assessoria Empresarial foi recomendada pelos acionistas representando mais de 10% das ações da cia. “Outra instituição avaliadora poderá ser recomendada por acionistas detentores de ações da companhia em circulação no mercado”

Em 9 de janeiro, o laudo avaliou valor justo para ações na faixa entre R$ 9,98 e R$ 11,03. Em 13 de janeiro, o controlador elevou preço de oferta para OPA para R$ 10,51. Em 16 de janeiro, a EIG condicionou OPA à permanência de Itaú e Mubadala.

• De acordo com fonte ouvida pela Bloomberg, a Embraer (BOV:EMBR3) captou US$ 750 milhões com notas de 10 anos, a 5,4%. A indicação inicial era acima de 5%, segundo a fonte. Os bancos coordenadores são BB, JPMorgan e Santander.

• A Iguaçu Celulose informou o mercado que acionistas que representam 77,41% das ações em circulação aderiram o plano de OPA (Oferta Pública de Aquisição) para o cancelamento de registro de companhia aberta, solicitado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) em 24 de janeiro.

Bolsas mundiais
Na Europa e Tóquio, as ações financeiras estão entre os destaques na alta. Além das ações, a quarta-feira teve rali do peso mexicano, que disparou mais de 2% e liderou alta de moedas pares do real, apesar de Trump autorizar o muro na fronteira com México. Entre as commodities, o ouro cai pelo 3º dia com menor aversão ao risco, enquanto os metais industriais alternam altas e baixas. Já o minério de ferro avança pelo 3º dia em Dalian após China anunciar meta de corte de capacidade para estatais e o petróleo tem leve alta com mercado precificando cortes da Opep e alta dos estoques dos EUA.

Desempenho dos principais índices:

* FTSE 100 (Reino Unido) +0,19%

* CAC-40 (França) +0,33%

* DAX (Alemanha) +0,49%

* Xangai (China) (fechado) +0,31%

* Hang Seng (Hong Kong) (fechado) +1,41%

* Nikkei (Japão) (fechado) +1,81%

* Petróleo brent +0,45%, a US$ 55,33, o barril

* Contratos futuros do minério de ferro negociados na Bolsa de Dailian +3,13%, a 660 iuanes

ADRs sobem em NY
Enquanto o feriado de aniversário de São Paulo manteve a Bovespa fechada para negociações, a quarta-feira foi movimentada para os ADRs (American Depositary Receipt) das empresas brasileiras negociados em Wall Street. O índice Dow Jones Brazil Titans 20 encerrou a sessão em alta de 0,84%, a 21.796 pontos, acompanhando o movimento de euforia visto nas principais bolsas internacionais. Do lado positivo, o destaque ficou com os papéis dos bancos Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, assim como da siderúrgica CSN — todos com altas acima de 2%. No sentido oposto, os ADRs de Petrobras e Vale chamaram atenção, com a estatal encerrando o dia em recuo superior a 1%.

Agenda econômica
Do lado dos indicadores, a agenda nacional tem como destaque a nota à imprensa referente à política monetária e operação de crédito para o mês de dezembro no país, divulgada pelo Banco Central às 10h30 (horário de Brasília). Uma hora depois, o Tesouro Nacional realiza leilão tradicional de LTN e LFT. Já nos Estados Unidos, os investidores observam os números dos pedidos de auxílio desemprego e balança comercial, ambos às 11h30, e ao PMI (Purchasing Managers’ Index) de serviços, divulgado pela Markit às 12h45.

Repórter ADVFN é o canal automatizado de informações da ADVFN Brasil, um dos principais veículos financeiros do país. Contém vídeos exclusivos sobre o dia a dia do mercado financeiro brasileiro, além de artigos inéditos produzidos por canais de comunicação parceiros.

Comentários

  1. Ciro diz:

    Iguaçu Celulose não é a MTGI4. Erro na matéria

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