Consulte a Bússola de Investimentos ADVFN desta segunda-feira, dia 13

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• ATENÇÃO: o horário de negociação na Bovespa mudou devido ao término do horário de verão nos EUA. O pregão terá início às 10h00 e terminará às 17h00 (com after-market das 17h30 às 18h00).

• A Alpargatas (BOV:ALPA4), dona da Havaianas, registrou lucro consolidado de R$ 358,47 milhões em 2016, crescimento de 36,2% no ano.

• O Bradesco (BOV:BBDC4) aprovou o aumento do capital social em R$ 8 bilhões, com a capitalização de parte do saldo da conta reserva de lucros, e decidiu pela bonificação de 10% em ações aos seus acionistas.

• Segundo a agência de notícias Reuters, a Cemig (BOV:CMIG4) planeja listar ações de duas de suas subsidiárias no Brasil e EUA para reduzir sua dívida.

• José Maurício Pereira Coelho, presidente do Conselho de Administração da Cielo (BOV:CIEL3), renunciou ao cargo. Com isso, foi eleito Alberto Monteiro de Queiroz Netto que deve permanecer no cargo é a próxima assembléia geral da empresa.

• O Bradesco BBI iniciou recomendação para a Cosan (BOV:CSAN3) de outperform, desempenho acima do mercado) devido ao “ganho de participação de mercado em distribuição de combustíveis por meio de estratégia comercial melhor adaptada (prevemos expansão de 150 pontos-base na participação de mercado para 2017-19), forte FCF por pelo menos dois anos (rendimento do FCF de 9% para 2017-18) e potencial negativo limitado aos preços do açúcar e aos resultados da Comgás”.

• A CPFL Renováveis (BOV:CPRE3) emitirá R$ 100 milhões em debêntures a 129,5% do CDI.

• A Eletrobras (BOV:ELET3) afirma que sua subsidiária Eletronuclear (ue responde pela usina de Angra 3) não recebeu recurso financeiro que tenha vindo de “suposta cobrança indevida”.

• A Fleury (BOV:FLRY3) registrou lucro consolidado de R$ 228,74 milhões em 2016, crescimento de 113,1% no ano.

• Devido às expectativas em relação à Gol (BOV:GOLL4), que poderá ter o maior aproveitamento e se beneficiar da indústria brasileira em 2017, a agência Fitch Ratings elevou o rating de moeda estrangeira e local da Gol de CC para CCC.

• O Instituto Hermes Pardini (BOV:PARD3) emitirá R$ 210 milhões em debêntures a 129,5% do CDI..

• A Intel (BOV:ITLC34) anunciou a compra da israelense Mobileye, empresa de tecnologia especializada em direção autônoma de veículos, por US$ 15,3 bilhões.

• A Multiplan (BOV:MULT3) registrou lucro consolidado de R$ 311,80 milhões em 2016, queda de 13,9% no ano.

• O Banco Safra elevou a recomendação da OdontoPrev (BOV:ODPV3) para neutra.

• Os acionistas da Oi (BOV:OIBR4) deverão ficar dez anos sem receber remuneração: assim afirma notícia da coluna Radar On-line, da revista Veja. Marco Schroeder, presidente da companhia, deve apresentar o plano de recuperação judicial ao conselho de administração ainda nesta semana.

 • Reportagem da coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, afirma que decisão do TCU pode atrasar a venda da BR Distribuidora (BOV:PETR4) em 18 meses.

• Relatório Focus do Banco Central: PIB deve registrar expansão de 0,48%, com inflação de 4,19% ao final do ano.

• A Suzano (BOV:SUZB5) anunciou um aumento no preço da celulose de eucalipto, negociada na China, para 660 dólares por tonelada (+4,7%) a partir de abril deste ano.

• A Taesa (BOV:TAEE11) registou queda nos lucros de 5,2% em 2016, chegando em R$ 862 milhões. A empresa teve queda na receita também, mas esta foi de 9,8% chegando em R$ 1,39 bilhão. O Ebitda teve queda de 10,7% para R$ 1,37 bilhão. No último trimestre do ano anterior, a receita líquida caiu 35,1% (R$ 298,1 milhões). A maior queda foi no lucro líquido que foi em torno de 40,4% a R$ 183,6 milhões.

• A Moody’s elevou de Caa2 para Caa1 a nota de crédito da Usiminas (BOV:USIM5) em escala global com perspectiva estável devido à reestruturação financeira realizada na empresa.

• A Valid (BOV:VLID3) registrou lucro consolidado de R$ 88,39 milhões em 2016, queda de 33,6% no ano.

• Goldman Sachs cortou a recomendação da Weg (BOV:WEGE3) de neutra para venda com preço alvo de R$ 16, queda de um real. Isso aconteceu após os Itaú BBA cortar a recomendação para neutra, desta mesma empresa, na semana anterior.

Bolsas mundiais
A segunda-feira é de leves ganhos para os principais índices europeus em uma semana que promete ser agitada, com os mercados de olho na decisão de política monetária do Federal Reserve, no possível início do Brexit e com as eleições holandesas no radar. A libra registra ganhos de 0,30% ante o dólar após indicações de que o Artigo 50 (de saída da União Europeia) vai ser finalmente acionado no Reino Unido nessa semana.

Já na Ásia, os mercados acionários da China registraram seus melhores ganhos em três semanas nesta segunda-feira depois que o diretor do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado, Li Wei, disse no fim de semana que a segunda maior economia do mundo está em uma base mais estável. Li disse no domingo que o risco de uma queda acentuada na economia chinesa diminuiu.

Os temores de um maior aperto monetário na China também diminuíram depois que uma autoridade do governo disse no domingo que o risco da dívida para as principais empresas estatais da China é controlável. Na sexta-feira, o presidente do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, disse que levará tempo para reduzir os níveis de dívida corporativa. Com isso, no mercado de commodities, o minério de ferro registra ganhos. Por outro lado, o petróleo segue em baixa pelo 6º dia após cair abaixo de US$ 50 com perfurações seguindo ativas nos EUA, contendo efeito
dos corte da Opep.

Desempenho dos principais índices:
Ibovespa (Brasil) +1,00%

Dow Jones (Estados Unidos) -0,15%

Nasdaq Composite (Estados Unidos) +0,06%

Sse Composite Index (China) +0,76%

FTSE 100 (Reino Unido) +0,40%

DAX Index (Alemanha) +0,27%

Cac 40 (Reino Unido) +0,33%

Nikkei 225 (Japão) +0,15%

Commodities:
Ouro -0,02%

Prata -0,21%

Cobre +1,02%

Petróleo -0,04%

Petróleo Brent Crude +0,08%

Minério de ferro +0,00%

Um pouco de política
É grande a apreensão em Brasília para a apresentação das denúncias da PGR (Procuradoria-Geral da República) com base nas delações de 77 executivos e ex-funcionários da Odebrecht. A expectativa é que Rodrigo Janot apresente nesta segunda-feira as acusações que podem atingir integrantes e aliados do governo Temer, com o pedido de 80 inquéritos, incluindo ministros e aliados do governo Michel Temer.

Os pedidos devem incluir a demanda para retirar o sigilo das informações. Janot prepara ainda dezenas de pedidos de diligências, como busca e apreensão; nestes casos, as informações seguirão em sigilo, diz a Folha.

O material só se tornará público se Fachin autorizar a derrubada do sigilo das delações. Por conta da extensão do material, decisão de Fachin pode levar dias, segundo o Estadão. No Congresso a avaliação é de que as revelações deverão afetar a agenda de votação tanto na Câmara como no Senado.

Ainda em Brasília, as comissões que analisam as reformas previdenciária e trabalhista na Câmara ouvirão especialistas e discutirão os detalhes dos projetos. Vale lembrar que cresceu a resistência entre os parlamentares ao texto apresentado pela equipe econômica do governo. Integrantes do PSDB, um dos principais partidos da base aliada de Temer, devem apresentar nesta semana sugestões de alteração nas regras que estabelecem a idade mínima e as regras de transição para a aposentadoria.

Em meio a resistências, o governo pode desistir de idade mínima progressiva
e deixar questão para ser tratada posteriormente, informou o Globo. Também no Globo, relator Arthur Maia disse que parte sobre regra de transição está muito mal formulada e que reforma não passa como foi enviada. STF retoma julgamento sobre ICMS na base de PIS/Cofins na quarta-feira.

Agenda de indicadores
O destaque da semana é a reunião do Fomc, na quarta-feira (15). O banco central dos EUA divulgará às 15h sua decisão de juros e a chairwoman Janet Yellen discursará às 15h30. As apostas majoritárias são que a autoridade monetária deve elevar os juros e a expectativa dos investidores agora é por sinalizações sobre a quantidade de aumentos ao longo de 2017 – se os três que estão precificados atualmente ou quatro. Na quinta-feira, às 9h, é a vez da decisão do BoE (Bank of England) sobre a taxa de juros na Inglaterrra.

Nos Estados Unidos, a inflação ao produtor dos EUA medida pelo PPI será conhecida na terça-feira, às 9h30. Na quarta, no mesmo horário, sai a inflação ao consumidor, calculada pelo CPI. Na quinta-feira (16) também às 9h30 sairão os pedidos de auxílio desemprego de março e, na sexta-feira (17) às 10h15, a produção industrial de fevereiro.

Ainda nesta segunda, serão divulgados os números das vendas do varejo na China, às 23h. Na terça, às 7h, saem os dados da produção industrial da zona do euro. Na quinta, também às 7h, será conhecida a inflação ao consumidor da zona do euro medida pelo CPI. No Brasil, os investidores devem monitorar o leilão tradicional de LTN e NTN-F pelo Tesouro Nacional na quinta, às 11h.

Na Europa, os investidores também acompanham as eleições parlamentares na Holanda, no dia 15, as primeiras do ano no continente e que servirão de termômetro da força de partidos populistas e antissistema. Ainda em 2017, eleitores da França e da Alemanha irão às urnas e suas escolhas selarão o futuro da zona do euro.

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