Noticiário político dita o ritmo, de FBI à Carne fraca

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Mercados Globais

As principais manchetes no exterior, focam no âmbito político. O FBI está investigando uma possível ligação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a Rússia. O Kremlin rejeitou as alegações. Nos EUA, haverá discursos de membros do Fed. Dudley, já iniciou a terça feira de discursos, incentivando mais avanços na mudança de cultura do setor bancário.

Na França, a expectativa é de que no segundo turno, Macron enfrente a candidata de extrema direita, Le Pen.

Bolsas asiáticas fecharam, em sua maioria, em alta. O Japão não seguiu a alta, retornando de feriado e com grande queda no setor financeiro.  Na China, o Banco do Povo da China prometeu uma “desalavancagem gradual” em comunicado.  O apoio com reformas estruturais, políticas fiscais e monetárias continuarão. A expectativa é de que as taxas de mercado aumentem ainda mais no curto prazo, com condições de liquidez no setor financeiro mais justas. Já na Coreia do Sul, a situação política começa a mostrar sinais de estabilização, após o impeachment da presidente. Nikkei 225 (-0.34%), Hang Seng (+0.37%), Xangai (+0.33%).

Os metais básicos operam em baixa. Os futuros do cobre reagem ao possível fim da greve na mina chilena, Escondida. A BHP Billiton reinicia negociações com os trabalhadores, o que traria a maior mina de cobre do mundo, de volta à ativa. O minério de ferro com pureza de 62%, caiu 3,6%, indo a US$ 87,4 a tonelada seca.

O petróleo tem leve alta, ainda pressionado pela produção americana. Além disso, há de se levar em conta a produção de óleo de xisto, que teve uma produção ampliada em 412 mil barris por dia desde o acordo entre OPEP e Rússia.

Brasil

A agenda econômica local permanece sem novidades. As repercussões da operação carne fraca ainda ecoam. As consequências econômicas ao Brasil vai além do refletido nas ações das empresas do ramo alimentício. China, Chile, Coreia do Sul e União Europeia responderam por 34,24% das exportações de carne bovina e 20,16% das exportações de frango, em 2016. Dentre estes importadores, somente a Coreia do Sul voltou atrás na decisão de banir a importação de frango brasileiro. Hong Kong aderiu à lista, junto ao Egito.

 

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