Pnad: Brasil encerrou Abril de 2017 com 89,238 milhões de pessoas ocupadas

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De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), o contingente de população ocupada (89,2 milhões) recuou 0,7%, quando comparada com o trimestre de novembro de 2016 a janeiro de 2017 (89,9 milhões de pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2016, quando o total de ocupados era de 90,6 milhões de pessoas, houve queda de 1,5%, uma redução de 1,4 milhão de pessoas.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) recuou para 53,2% no trimestre de fevereiro a abril de 2017, com queda de 0,5 ponto percentual frente ao nível do trimestre anterior (53,7%). Em relação ao nível do mesmo trimestre de 2016 (54,6%), houve retração de 1,4 ponto percentual. Este foi o menor nível da ocupação da série histórica da pesquisa.

Clique aqui e confira mais detalhes sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) realizada em abril de 2017.

O contingente na força de trabalho, (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de fevereiro a abril de 2017 foi estimado em 103,3 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou elevação de 0,5% quando comparada com o trimestre de novembro a janeiro de 2017. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve expansão de 1,2% (acréscimo de 1,2 milhão de pessoas). Importante acrescentar que a força de trabalho no Brasil cresceu em função do aumento da desocupação.

O contingente fora da força de trabalho no trimestre de fevereiro a abril de 2017 foi estimado em 64,4 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou estabilidade quando comparada com o trimestre de novembro a janeiro de 2017, como também, frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, estimado em 33,3 milhões de pessoas, apresentou redução em ambos os trimestres comparativos. Frente ao trimestre de novembro a janeiro de 2017 houve redução de 1,7% (menos -572 mil pessoas). No confronto com o mesmo trimestre do ano anterior, a queda foi de -3,6% (menos 1,2 milhão de pessoas).

No período de fevereiro a abril de 2017, a categorias dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,3 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, registrou aumento de 3,1%, um adicional de 306 mil pessoas.

A categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 22,3 milhões de pessoas, registrou estabilidade na comparação com o trimestre anterior (novembro a janeiro de 2017). Em relação ao mesmo período do ano anterior o movimento foi de queda (-3,1%, ou seja menos 702 mil pessoas).

O contingente de empregadores, estimado em 4,1 milhões de pessoas, mostrou-se estável frente ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, esse contingente registrou elevação de 10,6% (mais 395 mil pessoas).

A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, se manteve estável em ambos os trimestres comparativos.

 

Classificação do Emprego no Brasil por Grupos de Atividades

A análise do contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de fevereiro a abril de 2017, em relação ao trimestre de novembro a janeiro de 2017, mostrou queda na Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Agricultura (-2,4% ou menos 218 mil pessoas), Construção (-4,1% ou menos 291 mil pessoas) e no Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (-2,6% ou menos 451 mil pessoas). Os grupamentos que apresentaram expansão foram Indústria (1,8%, mais 204 mil pessoas) e Alojamento e alimentação (3,0%, ou mais 150 mil pessoas). Os demais grupamentos se mantiveram estáveis.

Na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2016, foi observada redução nos seguintes grupamentos: Construção (-8,7% ou menos 646 mil pessoas), Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Agricultura (-7,7% ou menos 730 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,4% ou menos 374 mil pessoas). Os grupamentos que apresentaram expansão foram: Alojamento e alimentação (12,1%, ou mais 548 mil pessoas) e Outros serviços (4,2%, ou mais 175 mil pessoas). Os demais grupamentos se mantiveram estáveis.

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