Ação da Gerdau ainda está subvalorizada no mercado, avalia BTG Pactual

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As ações da Gerdau (BOV:GGBR4) continuam subvalorizadas pelo mercado e têm espaço para precificar uma eventual retomada da demanda nos mercados brasileiro e americano, avalia o BTG Pactual em um relatório enviado a clientes e assinado por Leonardo Correa e Caio Ribeiro.

Os analistas estiveram reunidos com a administração da siderúrgica em Nova York durante uma apresentação para investidores.

Correa e Ribeiro dizem ter retornado do evento convencidos de que a empresa está pronta para capitalizar com a recuperação das economias brasileira e americana, cujas operações atualmente trabalham abaixo de 70% da capacidade instalada. “A alavancagem operacional é o nome do jogo aqui”, afirmam.

O BTG destaca que a empresa está focada em buscar soluções para aumentar a eficiência. A Gerdau citou a otimização da base de ativos, desalavancagem, redução de custos, disciplina de investimentos, modernização da cultura, digitalização e iniciativas de liderança para moldar a companhia para o retorno no longo prazo.

“A administração está um pouco confiante sobre uma recuperação marginal nos EUA este ano (as margens EBITDA de volta aos “dígitos únicos elevados”), mas espera que os benefícios mais tangíveis de Trump sejam de longo prazo (2019-20 em diante)”, diz o BTG.

Os analistas ressaltam que as ações continuam “subvalorizadas” e veem dois catalisadores para os papéis: resultados do segundo trimestre e a decisão sobre as regras de importação de aço nos EUA. O banco recomenda a compra dos ativos e projeta um preço-alvo de R$ 14.

 

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