Depois de duas altas seguidas, Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira

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O principal índice de ações da Bovespa fechou em baixa nesta sexta-feira, com as ações da Petrobras entre as principais pressões negativas, com algum ajuste ao movimento de ADRs (recibos de ações nos Estados Unidos) na quinta-feira, quando o mercado acionário local esteve fechado por conta do feriado de Corpus Christi.

 

Ibovespa Hoje

Ibovespa fechou em baixa de 0,48% nesta sexta-feira, 16 de junho de 2017, cotado em 61.626,41.

A queda de hoje foi influenciada, principalmente, pelo desempenho negativo das ações da Ambev e da Petrobras, que caíram mais de 2%. Os papéis do Bradesco, do Itaú Unibanco e da mineradora Vale também fecharam em baixa. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.

Ibovespa em Junho

Em junho, após onze pregões, o principal índice de ações brasileiro acumula uma desvalorização de 1,73%. Ao longo do mês, foi realizado seis pregões de baixa contra cinco de alta. No pregão do dia 31 de maio, o indicador encerrou cotado em 62.711,47 pontos.

 

Ibovespa em 2017

Em 2017, após cem e treze pregões, o Ibovespa acumula uma valorização de 2,32%. No último pregão de 2016, o principal índice acionário do país fechou cotado em 60.227,29 pontos. Ao longo do ano, foram registrados cinquenta e dois pregões de baixa contra sessenta e um de alta.

 

Cenário Interno

A sessão desta sexta-feira teve poucos negócios por causa do feriado de Corpus Christi na véspera.

 

Cenário Externo

Sem grandes novidades no noticiário político brasileiro, investidores estavam atentos a dados da economia dos Estados Unidos. Pela manhã foi divulgado que o início das construções de novas moradias caiu 5,5% em maio e que o índice de confiança do consumidor dos EUA ficou em 94,5 pontos em junho, abaixo da previsão de 97,1 pontos.

Mesmo com os dados mais fracos que o esperado, o Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) sinalizou em sua última reunião que pode subir a taxa de juros na país mais uma vez este ano. Juros maiores nos EUA podem atrair para lé recursos atualmente aplicados em economias onde as taxas são hoje mais vantajosas, como a brasileira.

 

JL Torres

JL Torres é Sócio-Diretor da ADVFN Brasil. Além de ser um dos principais colaboradores do Jornal ADVFN, também é responsável pelas newsletters Mercado Diário e Semanário Bovespa

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