Governo Federal anuncia 57 novas privatizações, incluindo Congonhas

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Após a notícia sobre a privatização da Eletrobras (BOV:ELET3), governo federal anunciou hoje (23/08) mais 57 projetos para serem incluídos no Programa de Parceiras de Investimentos (PPI), tanto para venda quanto para concessões ao setor privado. Essa é uma tentativa de melhorar a economia e as receitas para ajudar a fechar as contas públicas.

Ao todo, 14 aeroportos, 15 terminais portuários, rodovias, 11 linhas de transmissão de energia elétrica e algumas empresas públicas estão na lista enviada. A expectativa é que esses projetos atraiam investimentos de no mínimo R$ 44 bilhões, sendo que R$ 22 bilhões devem entrar nas contas em até cinco anos.

Aeroportos 

O plano inclui a privatização de Congonhas, em São Paulo, e a venda de 49% das participações da Infraero nos aeroportos de Brasília, Guarulhos, Galeão e Confins. As licitações foram divididas em quatro blocos, um específico de Congonhas, o segundo com aeroportos do nordeste, um terceiro com os do Mato Grosso e o último que abrange os localizados em Vitória e Macaé.

O governo espera arrecadar pelo menos R$ 8 bilhões com isso. Esse dinheiro ficará com a estatal, como uma forma de compensar a entrega de Congonhas, que havia se tornado deficitária com as concessões no setor aeroportuário.

Linhas de transmissão

O leilão das linhas de transmissão de energia estão previstos para acontecer em dezembro de 2018 e podem gerar um investimento de R$10 bilhões até 2023. Haverão linhas em dez estados: Bahia, Ceará, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas, Gerais e Tocantins.

Empresas públicas

O governo abrirá mão de empresas como Casa da Moeda, Companhia Docas do Espírito santos, Casemg e CeasaMinas. Por outro lado, na questão da Lotex, a loteria Raspadinha da Caixa Econômica Federal, eles preferiram apenas alterar os parâmetros. O projeto pretende retirar o banco do negócio e realizar uma concessão por 30 anos, com uma venda de aproximadamente R$ 1 bilhão.

Repórter da ADVFN, Ana Beatriz Bartolo é estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Interessado em política e economia, trabalha por um jornalismo ético que cumpra seu papel social.

Comentários

  1. Brasilino Rodrigues da Silva diz:

    O patrimônio público, conforme listado para Privatização , não deve ser vendido para cobrir rombo
    mau administrado, devemos pensar na população infantil e jovem do Brasil, pois já houve algumas privatizações, e não foram satisfatórias, continua na mesma lenda. Quando trabalhei na
    Itaipu Binacional, se não executava minhas tarefas bem corretas, eu seria penalizado, portanto, cobrem de quem faltou com a responsabilidade da governabilidade brasileira. Sou Bacharel em Administração, Ciências Contábeis. Não adianta vender o patrimônio que está rendendo receitas aos Cofres Públicos, e a Nação. Se ficarmos nas mãos de outros Empresários Estrangeiros, o que faremos? Eu sou Brasileiro, temos que prezar a conquista de nossos Governantes e Empresários
    desde a Revolução Industrial. População Brasileira diga não para privatização do nosso Patrimônio
    Público.

  2. Ricardo Luis Cenci diz:

    Tem algum advogado ai fazeno favor pra ajudar-nos a ADJUDICAR algumas delas pra minha mãe, já que não querem construir com o que foi fruto de nosso trabalho escravizado, o que não tem preço, mas venho tentando cobrar administrativamente, sem atenderem-nos, alias pelas demonstrações de total falta de vontade são recorrente aqui embaixo quantidades absurdas de desrespeitos, extrapolaram a órbita terrestre já, menos tendo nós apresentado proposta respeitosamente num pedido de formulação de projeto de lei existente já, Onde apenas pedimos alterações especificas pra numa boa pagarem-nos inclusive pra formação duma (PPP) concedendo o crédito pra construírem o “Hospital da Eternidade”. Caso interessar na integralidade será só me contatar-me pessoalmente pelo +5517996199901 agora espero que vejam parcialidades do caso em: https://1drv.ms/f/s!AqcOaEe6N12nsizfM3KQ57q-j53_

  3. Ricardo Luis Cenci diz:

    Tem algum advogado ai fazendo favor pra ajudar-nos a ADJUDICAR algumas delas pra minha mãe, já que não querem construir com o fruto de nosso trabalho escravizado (escravidão não tem preço). Tentei cobrar administrativamente, sem atenderem-nos, alias pelas demonstrações de total falta de vontade são recorrentes aqui embaixo na cidade de Pereira Barreto duma quantidades absurdas de desrespeitos, extrapolaram a órbita terrestre já, mesmo nós apresentando proposta respeitosamente num pedido de formulação de projeto de lei existente já. Onde apenas pedimos alterações especificas pra numa boa pagarem-nos inclusive pra formação duma (PPP) concedendo o crédito pra construírem o “Hospital da Eternidade”. Caso interessar na integralidade será só contatarem-me pessoalmente pelo +5517996199901, agora espero que vejam parcialidades do caso em: https://1drv.ms/f/s!AqcOaEe6N12nsizfM3KQ57q-j53_

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