Investidores retornam aos ativos de maior risco

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Mercados globais com viés positivo e um maior volume de negociações, acompanhado de um alivio no risco. Sendo assim, os investidores no mundo retornam aos ativos de maior risco e deixam aqueles considerados como refúgios (em tempos de alta volatilidade), como os títulos soberanos e o ouro:

Sendo assim, o S&P começa a se alinhar a sua trajetória de alta, que vinha apresentando antes da tensão geopolítica. Além disso, o pregão americano abriu em campo positivo e que pode ser auxiliado pelos indicadores econômicos do dia. O índice Empire State de Atividade Industrial em Nova York registrou alta de 25,20 pontos ante 9,80. A expectativa para o índice era de 10,00 pontos, excedendo a expectativa do mercado e renovando sua máxima de quase três anos. As empresas mantém uma boa expectativa para as condições futuras e o índice sinaliza uma melhora no mercado de trabalho. Veja o índice abaixo:

Outro indicador foi as vendas no varejo, com alta de 0,6%. O dólar index sobe 0,66% e se valoriza frente ao euro em 0,59%.

Mercados europeus também sobem: Stoxx 600 (+0,32%). Na China, houve uma desaceleração na expansão monetária (M2), que está sendo controlada de forma mais restrita pelo governo e, consequentemente, limitando o crédito. Novos empréstimos chineses alcançaram 825,5B ante 1.540,0B.

Brasil

No Brasil, o mercado é claramente auxiliado pelo mercado externo e permanece em alta desde a abertura. Em seu último dia de balanços e na véspera de vencimento de opções sobre Ibovespa, o volume de negócios pode ser levemente beneficiado. O DI para 2021 permanece em 9,390 enquanto o dólar registra alta de 0,25%, cotado a R$ 3,1967.

No campo econômico, a principal surpresa foi as vendas no varejo, que subiu 1,2% em junho. Deve-se notar a alta de eletrodomésticos (+16,9%), impulsionado pelas compras financiadas e redução no custo médio do crédito às famílias.

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