Pnad: Brasil encerrou Julho de 2017 com 90,677 milhões de pessoas ocupadas

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Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), o contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 90,7 milhões no trimestre de maio a julho de 2017.

Esta estimativa apresentou aumento em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril de 2017) de 1,6%, ou seja, um adicional de 1,4 milhão pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (maio a julho de 2016) este indicador não apresentou variação significativa, quando havia no Brasil 90,5 milhões de pessoas ocupadas.

O nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 53,8% no trimestre de maio a julho de 2017, apresentando um incremento de 0,6 ponto percentual frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2017, (53,2%). Em relação a igual trimestre do ano anterior este indicador apresentou retração de 0,5 ponto percentual, reduzindo de 54,4% para 53,8%.

Clique aqui e confira mais detalhes sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) realizada em julho de 2017.

População na força de trabalho

O contingente na força de trabalho, (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de maio a julho de 2017, foi estimado em 104,0 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou elevação de 0,7% (mais 718 mil pessoas), quando comparada com o trimestre de fevereiro a abril de 2017. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve expansão de 1,6% (acréscimo de 1,7 milhão de pessoas).

Taxa de participação na força de trabalho

A taxa de participação na força de trabalho (indicador que mede o percentual de pessoas da força de trabalho na população em idade de trabalhar) foi estimada em 61,8% no trimestre de maio a julho de 2017, não apresentando variação estatisticamente significativa frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2017, (61,6%). Em relação a igual trimestre do ano anterior (61,5%), o cenário também foi de estabilidade.

População fora da força de trabalho

O contingente fora da força de trabalho no trimestre de maio a julho de 2017 foi estimado em 64,4 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou estabilidade em relação a ambos os trimestres comparativos.

Posição na ocupação e categoria de emprego

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos), estimado em 33,3 milhões de pessoas, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior (fevereiro a abril de 2017). No confronto com o trimestre de maio a julho de 2016 houve queda de -2,9% (- 1,0 milhão de pessoas).

No período de maio a julho de 2017, a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,7 milhões de pessoas) apresentou elevação em relação ao trimestre anterior (4,6%), representando um incremento de 468 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, registrou aumento de 5,6%, um adicional estimado em 566 mil pessoas.

A categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 22,6 milhões de pessoas, registrou elevação de 1,6% na comparação com o trimestre anterior (fevereiro a abril de 2017), significando a adição de 351 mil pessoas nesse contingente. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador não apresentou variação significativa estatisticamente.

O contingente de empregadores, se manteve em 4,2 milhões de pessoas, mostrou-se estável frente ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, esse contingente registrou elevação de 10,8% (estimado em mais 412 mil pessoas).

A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, se manteve estável estatisticamente em ambos os trimestres comparativos.

Grupamento de atividade

A análise do contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de maio a julho de 2017, em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2017, mostrou aumento nas categorias: Indústria Geral (3,7% ou mais 425 mil pessoas), Comércio, Reparação de veículos automotores e motocicletas (1,3%, ou mais 226 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,9% ou mais 592 mil pessoas) e Outros serviços (4,1% ou mais 175 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação estatisticamente significativa.

Na comparação com o trimestre de maio a julho de 2016, foi observada redução no contingente dos seguintes grupamentos: Construção (-8,5% ou – 623 mil pessoas) e Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aquicultura (-8,0% ou – 749 mil pessoas). E verificou-se aumento nos grupamentos: Alojamento e Alimentação (15,2% ou mais 683 mil pessoas) e Outros serviços (7,3% ou mais 304 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

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