Resumo do dia: Saiba o que aconteceu na política hoje

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Confira os principais tópicos da política nacional de hoje.

Financiamento de campanhas políticas

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, afirmou que acreditar ser “muito difícil” a volta do financiamento de empresas a campanhas políticas. Essa modalidade foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2015. Para o senador, seria um momento inoportuno discutir a volta do financiamento empresarial, diante da crise política atual. Oliveira defendeu a criação de um fundo público, criado com sobras do fundo partidário e das emendas parlamentares individuais.

PMDB troca de nome

Em meio à crise política, o PMDB convocou uma Convenção Nacional para voltar a adota o nome usado pelo partido durante a Ditadura Civil-Militar: Movimento Democrático Brasileiro (MDB). O presidente do partido, Romero Jucá, afirma que essa seria uma forma de modernizar a legenda, sem referência a partidos políticos. “Estamos resgatando a nossa memória histórica e estamos retirando o último resquício da ditadura dentro do PMDB”, justificou. Durante a ditadura, os militares determinaram a inclusão do “P” de partido nas legendas, algo que os partidos mais antigos ainda mantêm.

Reforma da Previdência

Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, a Reforma da Previdência deve ser aprovada até a primeira quinzena de outubro na Câmara dos Deputados, para depois ser enviado ao Senado. O ministro também afirma que o presidente Michel Temer está orientando o ministro da Secretaria do Governo, Antonio Imbassahy, a construir uma base aliada forte para analisar a reforma.

Antonio Palocci

O ex-ministro Antonio Palocci, preso pela Operação Lava Jato, teve o seu pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Os desembargadores consideração que ainda há um risco de novos atos de lavagem de dinheiro, já que os valores dos seus crimes ainda não foram sequestrados pela Justiça.

Lula em campanha

ex-presidente Lula começará amanhã (17/08) uma caravana de 20 dias por 25 cidades e 11 estados do Nordeste. Apelidada de “Lula pelo Brasil”, o movimento servirá para reforçar a popularidade do petista. Lula participará de eventos, como atos políticos e colações de grau. Essa caravana é uma redição da estratégia usadas em 1993 e 2001.

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