Resumo do dia: veja o que aconteceu de mais interessante na política

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Confira o que movimentou a política nacional hoje, além da denúncia de Palocci contra Lula e a nova Taxa Selic.

Reforma da Previdência

O ministro da Casa Civil Eliseu Padilha declarou que a prioridade do governo no Congresso Nacional aprovar a Reforma da Previdência. “Se nós não fizermos a reforma da Previdência, no ano que vem, o deficit previsto é de R$285 bilhões”, afirmou. O ministro acredita que a reforma será discutida após a votação da Reforma Política, que está prevista para acontecer até a próxima semana.

Ao mesmo tempo, o líder do governo no Senado, Romero Jucá, afirma que a votação da previdência este ano não é uma questão de cenário político ou tempo, mas de necessidade para viabilizar as contas públicas para os próximos governos. “O governo não faz uma reforma para ele. Faz para os aposentados, para garantir o pagamento das aposentadorias futuras, faz para acabar com privilégios de servidores públicos, faz para dar previsibilidade à economia e dar lastro, poder ao país para gerir suas contas”, disse.

Temer contra Janot

A defesa do presidente Michel Temer pediu novamente ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela suspeição do procurador-geral da República Rodrigo Janot. No começo de agosto, eles já haviam pedido pelo afastamento de Janot dos casos sobre Temer por imparcialidade, mas o recurso foi negado no dia 30.

Provas da JBS

Os ministros do STF Celson de Mello, Luiz Fux e Marco Aurélio declaram hoje que não serão anuladas as provas obtidas pelos delatores da JBS, mesmo que seja cancelado os benefícios da delação premiada. Janot abriu um processo de revisão do acordo de colaboração de três executivos da JBS por omissão de fatos criminosos nas delações. Para Fux, as provas têm “vida própria” dentro da investigação e para e Mello argumentou que as provas só poderão ser descartadas se forem as únicas a basear as acusações contra terceiros.

Investigação contra ministro do STJ

Procuradoria-Gera da República (PGR) pediu ao STF o arquivamento do inquérito contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marcelo Navarro Ribeiro Dantas por obstrução da Operação Lava Jato. A investigação partida da delação premiada do Delcídio do Amaral que dizia que a indicação do ministro ao STJ pela ex-presidente Dilma Rousseff em agosto de 2015, sob a condição que ele soltasse executivos presos na operação. Durante o processo, o ministro do STF Gilmar Mendes afirmou que isso tinha com objetivo de intimidar a atuação do STJ. O ministro Edson Fachin dará a decisão final sobe o arquivamento do processo.

Ministra Carmen Lúcia deseja bom feriado

A sessão da Corte no Supremo Tribunal Federal foi encerrada hoje pela sua presidente Cármen Lúcia desejando “a todos um excelente Dia da Pátria e um ótimo fim de semana, se Deus quiser, sem novidades maiores no país”.

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