Resumo do dia: veja o que aconteceu na política nacional hoje

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Defesa de Temer

Após a renúncia do advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveirao presidente Michel Temer contratou o criminalista Eduardo Pizarro Carnelós como novo defensor. Mariz se retirou do caso por afirmar ter um “conflito ético” por já ter defendido o doleiro Lúcio Funaro, atual delator do caso.

Denúncia contra Temer

O presidente gravou um vídeo em que acusa a Procuradoria-Geral da República (PGR) de realizar “denúncias ineptas”. “A verdade prevaleceu ante o primeiro ataque a meu governo e a mim. A verdade, mais uma vez, triunfará”, disse ao afirmar que as provas apresentadas contra ele são forjadas. Mais informações neste link.

A denúncia feita pelo procurador Rodrigo Janot chegou ontem a noite na Câmara dos Deputados, após o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar a suspensão da continuidade do processo. Na segunda-feira (25) deverá acontecer a leitura do pedido de abertura do inquérito contra Temer e depois, o processo será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Coligação partidária

O senador Ricardo Ferraço, um dos autores a proposta que acaba com as coligações partidárias, afirmou que o Senado pode rever a decisão da Câmara de adiar a medida para 2020. “Há um mal-estar muito grande em relação às modificações que foram feitas porque elas desidratam o sentido e o núcleo das reformas aprovadas no Senado. A possibilidade de mudança é um fato real”, disse Ferraço. Por outro lado, o senador afirma que a Casa não tem intenção de derrubar as alterações.

Wesley e Joesley Batista

O ministro Gilmar Mendes, do STF, negou o habeas corpus aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Segundo o ministro, não há “evidente constrangimento ilegal” na decisão pelas prisões. Além disso, o ministro argumentou que as regras do STF só permitem que a corte julgue um habeas corpus depois que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) concluir a análise do caso.

Palocci suspenso

Após delatar que o ex-presidente Lula tinha um “pacto de sangue” com a Odebrecht para o recebimento de propina, o ex-ministro Antonio Palocci foi suspenso do PT por 60 dias. A suspensão temporária deve durar enquanto o partido julga o processo de expulsão de Palocci. O ex-ministro está sendo julgado pelo Conselho de Ética do PT porque ele “mentiu para tentar negociar a redução da sua pena”, afirma o presidente nacional da legenda.

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