Indicadores europeus e nova queda na PNAD

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Mercados Globais

Mercados asiáticos tiveram um pregão negativo, impactados pelo indicador macroeconômico chinês decepcionante — PMI Industrial. Este caiu para 51,6 pontos ante 52,4 pontos. As commodities são negociadas de forma acanhada, desde os minérios e metais ao petróleo. O minério de ferro permaneceu estável, sendo negociado a US$ 58,52 a tonelada seca no porto de Qingdao, enquanto o aço chinês continua a registrar ganhos. Já o preço do petróleo WTI se consolidou em US$ 54,00 o barril.

Nos EUA, o mercado deve continuar a ser impactado pelo noticiário político mas deve apresentar uma melhora em relação ao pregão anterior. Nas bolsas europeias, os mercados permanecem em leve alta em meio a dados econômicos mistos. Se por um lado, a Zona do Euro permanece otimista com a taxa de desemprego decrescente, além do crescimento econômico estável e sólido, por outro, a queda na inflação (taxa anual de 1,4% ante 1,5%) preocupa o mercado e contraria a política monetária do BCE, se distanciando ainda mais da meta de 1,9%. Mesmo com uma criação de empregos (veja a taxa de desemprego decrescente abaixo), uma alta confiança dos agentes na Zona do Euro e mercados acionários em níveis historicamente altos, uma alta no índice de preços continua sendo algo elusivo — o que não deve agradar o BCE.

 

Brasil

Continuamos a aguardar resultados de grandes empresas. Os resultados têm se mostrado bastante otimistas e muitas vezes acima das expectativas do mercado.

O maior indicador do dia é a PNAD contínua, que apresentou uma taxa de desemprego de 12,4% no trimestre encerrado em setembro. Houve uma redução de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em junho. Veja a tabela abaixo:

 

O rendimento real habitual subiu para R$ 2.115 em relação ao mesmo período de 2016. A força de trabalho apresentou um crescimento de 0,5% enquanto o contingente fora da força de trabalho permaneceu estável.

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