Resumo do dia: veja o que movimentou a política nacional

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Confira o que aconteceu na política nacional hoje.

Fraudes no financiamento agrícola

Polícia Federal (PF) deflagrou a segunda fase da Operação Turbocred, para combater o desvio de verbas públicas através de fraudes em financiamentos agrícolas no Banco do Brasil entre 2012 e 2015. Cerca de 39 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, com base na conclusão de que 90% das análises feitas sobre 149 operações de financiamentos agrícolas e 13 de outras modalidades foram fraudadas.

Doria contra Lula e Bolsonaro

O prefeito de São Paulo, João Doria, pediu pela união do centro político contra o ex-presidente Lula e o deputado Jair Bolsonaro, ambos líderes nas pesquisas para as eleições presidências de 2018. “Será que nós queremos de novo um Lula? Ou um Bolsonaro? Se nós que estamos no centro e não nos unirmos para salvar o Brasil, quem ganhará a eleição será um extremista de esquerda ou de direita”, declarou ao reafirmar seu apoio à candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Doria ainda chamou Lula de “safado” e criticou as posições “radicais” de Bolsonaro.

Uber no Senado

O presidente do Senado, Eunício Oliveria, afirmou que a PLC28/2017, que regulamenta aplicativos de transporte de passageiros, deve ser alterada e enviada novamente à Câmara dos Deputados. O senador Eduardo Lopes será o relator da proposta. “Não teve unanimidade para votar projeto que veio da Câmara, há muita discordância”, contou Eunício. “A votação do projeto do Uber vai ser normal. Não teve acordo [entre líderes], o sistema é bicameral, então o texto vai ser votado (no Senado) e deve ser votado na Câmara de novo”, reforçou. As principais alterações são o fim da obrigatoriedade da placa vermelha para os caros e o fim da exigência de que o motorista seja dono do veículo utilizado.

Segurança no Rio

O Secretário de Segurança no Rio de Janeiro, Roberto de Sá, rebateu as declarações do ministro de Justiça, Torquato Jardim, de que ele e o governado do Rio, Luiz Fernando Pezão, “não controla a Polícia Militar” e que “os comandantes de batalhões da PM “são sócios do crime organizado no Rio”. Em nota, a Secretaria afirmou: “O secretário de Estado de Segurança, Roberto Sá, revela sua indignação com as falas atribuídas ao ministro da Justiça com acusações ao Comando Geral da PM, aos comandos dos Batalhões. Em relação ao assassinato do Coronel Luiz Gustavo Teixeira, profissional respeitado e muito querido, que estava fardado e não à paisana no momento do crime, as primeiras linhas de investigação da Divisão de Homicídios apontam para a tentativa de roubo”.

Transferência de Cunha

O ministros Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex-deputado Eduardo Cunha sobre a transferência definitiva para o Complexo Papuda, no Distrito Federal. A defesa embasou o pedido na facilidade que Cunha teria de se encontrar com a família e seus advogados, “viabilizando a maior efetividade ao seu direito de defesa”. Porém, Fachin argumentou que o Plenário do STF já reconheceu em fevereiro “a competência do Juízo da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba para a administração da prisão processual que lhe foi imposta. Desse modo, conclui-se, sob quaisquer das perspectivas analisadas, que o pleito formulado pelo requerente não deve ser conhecido”. O ex-deputado tinha autorização da Justiça Federal para permanecer em Brasília até dia 28 de outubro, da semana passada, por causa de um interrogatório.

Comentários

  1. Rennê diz:

    Essa proposta do Dória não será uma coligação, mas uma quadrilha.

  2. Rennê diz:

    Essa proposta do Dória não será uma coligação, mas uma quadrilha!

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