Importações oriundas dos Estados Unidos cresceram 5,4% nos dez primeiros meses de 2017

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No período entre janeiro e outubro de 2017, ampliaram-se as compras originárias dos Estados Unidos em 5,4%, por conta de óleos combustíveis, etanol, carvão, gasolina, hidróxidos de sódio, adubos e fertilizantes, gás propano, coque de petróleo, querosene de aviação, circuitos integrados, medicamentos, autopeças, borracha sintética, algodão em bruto e chapas, folhas e tiras de plástico.

As compras oriundas dos seguintes mercados fornecedores também cresceram nos dez primeiros meses de 2017:

– Oceania (+71,7%, por conta de carvão, alumínio em bruto, coques/semicoques de hulha, ligas de alumínio, artigos de prótese, aparelhos para interrupção e proteção de energia, correia transportadora, laminados planos de ferro/aço, heterosidios e alcalóides vegetais);

– África (+16,0%, por conta de naftas, adubos e fertilizantes, carvão, ureia, gás natural, superfosfatos, fosfatos de cálcio, paládio em bruto, alumínio em desperdícios, produtos hortícolas);

– Ásia (+14,2%, sendo que a China cresceu 17,5%, por conta de aparelhos transmissores/receptores e partes, laminados planos de ferro/aço, circuitos impressos, dispositivos semicondutores, autopeças, circuitos integrados, adubos e fertilizantes, aparelhos transmissores ou receptores, aparelhos eletromecânicos, pneumáticos, bombas e compressores, aparelhos de ar condicionado, máquinas automáticas, motores e geradores elétricos);

– Oriente Médio (+6,2%, por conta de petróleo em bruto, cloreto de potássio, ureia, superfosfatos, adubos e fertilizantes, polímeros plásticos, álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, ligas de alumínio, falsos tecidos, partes e peças de aviões);

– Mercosul (+3,9%, sendo que da Argentina foi +7,9%, por conta veículos de carga, trigo em grão, polímeros plásticos, autopeças, ônibus, naftas, alho comum, gás propano, filés de peixe congelado, motores de pistão, óleo de girassol, chumbo em formas brutas, carne bovina, gás butano, pneumáticos); e

– União Europeia (+1,3%, por conta de óleos combustíveis, gasolina, medicamentos, naftas, aviões, laminados planos de ferro/aço, quadros de energia, hidrocarbonetos, automóveis de passageiros, dispositivos semicondutores, vinho de uvas, ferramentas de uso manual, borracha sintética, radares).

Por outro lado, retrocederam as importações originárias da América Central e Caribe (-9,6%, por conta de gás natural, amônia, naftas, borracha natural, instrumentos e aparelhos médicos, compostos heterocíclicos, inseticidas, partes de máquinas para processamento de dados).

Clique aqui para saber mais sobre as importações brasileiras em Outubro de 2017.

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