Top Picks: analistas adotam defesa contra volatilidade da Bolsa

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Diante do impasse sobre a aprovação da reforma da Previdência acontecer ou não ainda este ano, os analistas estão optando por papéis mais defensivos contra a volatilidade na Bolsa de Valores. A escolha por empresas mais bem geridas e que costumam oscilar menos sugere um cenário de aversão aos riscos, evitando perdas.

O temor em torno da Previdência faz com que as ações oscilem bastante, em especial aquelas que possuem o beta, grau de oscilação de uma ação em relação ao Ibovespa, maior. Os estrategista do Santander, Ricardo Vilhar Peretti, afirma que o melhor é se expor a empresas com beta menor que 1, pois elas acompanhariam as oscilações do Índice com menos intensidade.

“No cenário atual, as ações a serem escolhidas devem ter caráter de liderança no setor em que atuam, resiliência e boa gestão financeira”, afirma o analista Vitor Suzaki, da Lerosa Investimentos, ao destacar sua escolha pela Raia Drogasil (RADL3). “Ainda podemos considerar empresas do setor de seguros, com destaque para BB Seguridade (BBSE3), também presente na carteira”, acrescenta.

Magliano também adotou uma estratégia de defesa, indicando a Taesa (TAEE11) e a AES Tietê (TIET11) por seus potenciais em geração de caixa. A corretora também apostou na Gerdau (GOAU4), pois “o preço da ação não registrou a alta observada com as ações de seus pares do setor”, justificou os analistas da Magliano.

XP Investimentos também segue indicando a Gerdau, pela sua geração de caixa satisfatória e porque os analistas acreditam que “o setor de construção civil começa a dar os primeiros sinais de que o pior ficou para trás no Brasil e o setor de infraestrutura pode começar a ganhar fôlego nos Estados Unidos, conforme forem anunciados novos investimentos”.

Confira as Top Picks indicadas

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