Mercados se recuperam em dia de agenda cheia

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Mercados Globais

Os mercados globais se recuperam da queda de terça-feira (31). As bolsas europeias têm alta enquanto os futuros dos EUA sinalizam uma abertura de alta. O índice para o dólar continua a mostrar uma vulnerabilidade, em 88.920 (-0,27%). Nos EUA, os mercados se focam na decisão do Fed. Como já comentado, o mercado não espera uma alta do Fed funds neste mês, mas deve esperar por qualquer pista que possa sinalizar a próxima alta.

Os mercados asiáticos tiveram um fechamento misto, o Ásia Dow registrou alta de 0,09% mas as principais bolsas caíram. Na China, a bolsa de Xangai se decepcionou com o PMI Industrial, que registrou uma queda no índice de 0,3 pontos, encerrando janeiro em 51,3 pontos. Os preços do petróleo sentiram o indicador, mas já viraram para alta em meio as expectativas com os estoques de petróleo bruto nos Estados Unidos. O mercado aguarda uma alta marginal nos estoques, mas a atual trajetória (de queda nos estoques e alta na produção) deve permanecer por um certo período.

Brasil

O clima de otimismo retorna ao mercado local, suportado pelo mercado externo e de olho no calendário de resultados corporativos. Os juros futuros estão em queda que se consolidou com a divulgação da taxa de desemprego.

O IBGE divulgou a pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua, que apresentou uma queda de 0,6 (p.p) na taxa de desemprego, equivalente a uma taxa de 11,8% no trimestre encerrado em dezembro.

 

O contingente fora da força de trabalho permaneceu estável, em 64,6 milhões de pessoas (contra 104,4 milhões de pessoas na força de trabalho). A massa de rendimento real registrou uma variação de 1,9%. Veja as alterações por categoria, como segue no IBGE: Na comparação com o trimestre de outubro a dezembro de 2016 foi observado aumento nas categorias: Indústria (4,6%, ou mais 527 mil pessoas) Alojamento e alimentação (8,7%, ou mais 420 mil pessoas) Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,2%, ou mais 408 mil pessoas) Outros serviços (8,7%, ou mais 375 mil pessoas) e Serviços domésticos (4,2%, ou mais 260 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (5,1%, ou menos 459 mil pessoas).

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