Semanário Bovespa: índice recorde supera os 85.500 pontos com Lula condenado na 2ª instância

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O Ibovespa valorizou 5,31%, renovando máxima histórica três vezes, mesmo com o feriado de aniversário de São Paulo paralizando o mercado na quinta-feira (25). A semana foi marcada pela expectativas em torno do julgamento em segunda instância do ex-presidente Lula no Caso do Triplex do Guarujá. O petista recorria às acusações de corrupção e lavagem de dinheiro e à pena de nove anos e seis meses determinada pelo Juiz Federal Sérgio Moro. Durante o julgamento, realizado na quinta-feira (24), os três desembargadores decidiram por unanimidade preservar a condeção de Lula e aumentar o tempo de reclusão para 12 anos e um mês. O resultado diminui a possibilidade do ex-presidente concorrer as eleições em outubro. Pelo ponto de vista do mercado, o petista seria o candidato menos favorável às reformas estruturais necessárias para o ajuste fiscal.

Ontem, o indicador subiu 2,21%, cotado a 85.530,84 pontos.

Após 17 pregões em janeiro, o índice valorizou 5,60%. Já se foram 12 fechamentos positivos contra 5 negativos. Dezembro encerrou com 76.402,08 pontos.

Já no comparativo com 2017, após 17 pregões, o Ibovespa subiu 5,60%. Já foram 12 fechamentos positivos contra 5 negativos. Ano passado, o índice fechou com 76.402,08 pontos.

Resumo da semana

Na segunda-feira (22), o Ibovespa renovou a máxima histórica, subindo 0,56%, cotado a 81.675,42 pontos. No dia seguinte, em movimento de correção, ele recuou 1,22%, cotado a 80.678,35 pontos. 
No dia do julgamento do Lula, o indicador disparou 3,72%, cotado a 83.680,00 pontos, renovando a máxima novamente. Na sexta-feira (26), depois do feriado de São Paulo, o Ibovespa valorizou 2,21%, cotado a 85.530,84 pontos pela primeira vez.

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