Bovespa fecha em alta e supera máxima histórica novamente

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O Ibovespa encerrou as negociações operando em alta e definiu um novo recorde para valores de fechamento. A alta foi motivada, principalmente, pelo noticiário corporativo.

Histórico

O indicador subiu 0,74%, cotado a 86.686,45 pontos. As ações do Banco do Brasil (BBAS3) dispararam 4,5%, as das Lojas Renner (LREN3subiram 2,8%, as da Eletrobras (ELET3) cresceram 2,2% e as da Petrobras (PETR3) valorizaram 1,8%.

Por outro lado, os papéis da Cielo (CIEL3) e da CCR (CCRO3recuaram 2,8% cada, os da Ecorodovias (ECOR3) caíram 2% e os do Pão de Açúcar (PCAR4) perderam 1,6%.

Após 14 pregões em fevereiro, o índice valorizou 2,09%. Já se foram 9 fechamentos positivos contra 5 negativos. Em janeiro, o indicador fechou com 84.912,70 pontos.

Já no comparativo com 2017, após 35 pregões, o Ibovespa subiu 13,36%. Já foram 23 fechamentos positivos contra 12 negativos. Ano passado, o índice fechou com 76.402,08 pontos.

Influências

O mercado reagiu positivamente aos balanços trimestrais divulgados recentemente, hoje, em especial, ao do Banco do Brasil. “Muitos balanços têm vindo bons, refletindo melhora e perspectiva de reprecificação dos ativos”, disse um analista de uma corretora nacional à Reuters.

Além disso, os investidores estão animados com a perspectiva da retomada econômica no país e são apoiados pelo fluxo positivos de investimentos internacionais.

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