Imprevisibilidade em Washington; Noticiário corporativo em destaque local

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Mercados Globais

Enquanto os mercados acionários continuam a buscar uma direção única, há um clima de cautela nos negócios. As tensões políticas — especialmente em Washington — são cada vez mais imprevisíveis, surpreendendo os mercados cotidianamente. Desta vez, o conselheiro de Segurança Nacional foi demitido. Não é por acaso que o principal índice americano caiu todos os dias da semana:

Nos indicadores econômicos, tivemos a produção industrial americana, provavelmente o mais importante do dia. A indústria teve um forte avanço em fevereiro, apresentando variação de 1,1% ante janeiro, contra expectativa de avanço de 0,4%. A taxa de utilização da capacidade subiu 0,7%, para 78,1% (contra previsão de 77,7%). Atenção ainda para a oferta de empregos JOLTs.

No mercado de commodities: o petróleo tem ganhos marginais, registrando alta de 0,2% antes da divulgação de plataformas em operação nos Estados Unidos. Desde o início de 2016, o total de plataformas subiu 48%, ao passo que a produção de petróleo americana foi renovando recordes ao longo da semana, veja a série histórica de plataformas:

Já o minério de ferro teve uma nova queda, seguindo a demanda mais fraca por aço devido à incerteza com o futuro do metal. O cobre, tem um dia de recuperação após a diversas quedas.

Brasil

O mercado local, assim como no exterior, tem negócios mistos e oscila próximo da abertura. O destaque é a compra da Fibria (-8,96%) pela Suzano (24%), por R$ 52,50 por ação ordinária. A Petrobras volta a subir assim como grande parte dos ativos financeiros, o que dá um suporte ao índice. Os juros futuros têm uma leve alta, assim como o dólar, que registra alta de 0,29%.

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