Magliano recomenda Petrobras, Vale e Santander

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Magliano divulgou a nova composição da sua carteira recomendada semanal, com posições na Petrobras (PETR4), Positivo (POSI3), Randon (RAPT4), Santander (SANB11)Vale (VALE3).

De acordo com o analista responsável Carlos Soares Rodrigues, a estatal Petrobras vem apresentando uma boa gestão, com “grande grau assertivo desde a crise que se abateu sobre a empresa”. Os resultados do 4T17 devem ser reforçados pela venda de ativos e por sua política de preços, ajudando a reduzir a desalavancagem operacional e a aumentar os ganhos de margens nos próximos anos.

Para a Positivo, a expectativa é que “os resultados do 4T17 devam seguir apresentando um bom desempenho refletindo, além da melhora de receitas, uma base de custos mais enxuta”. Além disso, a empresa apresenta um bom potencial em meio aos produtos de análises clínicas, os quais possuem procuras surpreendentemente positivas.

Sobre a Randon, Rodrigues afirma que a empresa deve exibir “a melhora no ambiente de negócios com destaques para o mercado externo que protagonizou o crescimento da produção de caminhões no país. Além disso, esperamos que a divisão de autopeças também siga beneficiada pela melhora das expectativas de crescimento econômico, aliadas a queda da taxa de juros e inflação comedida ao longo de 2018”.

O último balanço do Santander demonstrou “força e comprometimento por parte da equipe de gestão em entregar margens cada vez melhores e intensificar suas atividades comerciais a fim de crescer de forma sustentável sua carteira de clientes, sem abrir mão de seus níveis de eficiência e qualidade de crédito elevados”, pontua o relatório. Além disso, a Magliano espera que o crescimento econômico do país e a retomada do consumo reforcem a estratégia de crescimento do banco.

Por fim, Rodrigues aponta para o movimento da Vale em apresentar margens operacionais positivas ao longo de 2018, com a produção de minério de ferro alta e em maiores proporções. “Somando a busca contínua de melhora operacional, com redução de custos e despesas, a tendência é de que tenhamos evolução de caixa e equilíbrio em sua estrutura de capital”, destaca. Ao mesmo tempo, a Vale aponta para menos investimentos ou maiores distribuições de proventos aos acionistas por causa da sua condição financeira mais robusta.

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Repórter da ADVFN, Ana Beatriz Bartolo é formada em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Interessada em política e economia, trabalha por um jornalismo ético que cumpra seu papel social. Twitter: @anabeatrizbart

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