Semanário Bovespa: índice desvaloriza 1,72% com o mercado temeroso ao cenário externo

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Nesta semana, o Ibovespa desvalorizou 1,72%  com perspectiva de guerra comercial desencadeada pelos Estados Unidos. A bolsa paulistana operou boa parte da semana em queda, com o mercado temoroso a decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, na imposição de tarifas para as importações de aço e alumínio. Trump demitiu nesta semana o secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, substituindo por Larry Kudlow, um ex-conselheiro econômico do ex-presidente Ronald Reagan na década de 1980. Além disso, o governo também decidiu substituir seu assessor de segurança nacional, H.R. McMaster, na quinta-feira (15) porém, segundo ele a mudança não será imediata. No começo da semana, o republicano admitiu que uma reforma no alto escalão de seu governo não acabou. O saldo de investimentos estrangeiros em março na bolsa B3 estava negativo em R$ 3,044 bilhões até dia (14). Com isso, o saldo acumulado no ano caiu para R$ 2,274 bilhões. Com a saída líquida de R$ 4,232 bilhões em fevereiro e mais os 14 dias de março, os estrangeiros retiraram R$ 7,275 bilhões da bolsa brasileira, revertendo boa parte da entrada de R$ 9,550 bilhões de janeiro.

Ontem, o indicador teve queda de 0,05%, cotado a 84.886,48 pontos.

Após 12 pregões em março, o índice recuou 0,55%. Já se foram 5 fechamentos positivos contra 7 negativos. Em fevereiro, o indicador fechou com  85.353,59 pontos.

Já no comparativo com 2017, após 51 pregões, o Ibovespa subiu 11,10%. Já foram 30 fechamentos positivos contra 21 negativos. Ano passado, o índice fechou com 76.402,08 pontos.

Resumo da Semana

Na segunda-feira (12), o Ibovespa subiu 0,61%, cotado a 86.900,43 pontos. No dia seguinte, ele recuou 0,59%, cotado a 86.383,85 pontos.

No meio da semana, o indicador recuou 0,39%, cotado a 86.050,96 pontos. Na quinta-feira (15), ele recuou 1,30%, cotado a 84.928,20 pontos.

Ontem ,o indicador teve queda de 0,05%, cotado a 84.886,48 pontos.

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