Dólar apresenta perdas atento a política local e internacional

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O dólar fechou em queda após apresentar na sexta-feira (13) o maior patamar desde dezembro de 2016, com o mercado de olho no cenário internacional, após o ataque dos Estados Unidos, França e Reino Unido sobre a Síria no final de semana.

Histórico 

A moeda teve queda de 0,41%, cotada a R$ 3,4114 para compra e R$ 3,4120 para venda.

Após 11 pregões em abril, a moeda valorizou 3,82%. Houve 2 fechamentos negativos contra 8 positivos. Em março, a divisa americana fechou cotada a R$ 3,2994  para compra e R$ 3,3001 para venda.

Em 2018, após 71 pregões, o dólar apresenta uma valorização de 2,94%. Já se foram 38 pregões em alta, contra 33 em baixa. Em 2016, a divisa dos Estados Unidos fechou cotada a R$ 3,3133 para compra e a R$ 3,3144 para venda.

Influências

pesquisa realizada pelo Datafolha na semana passada, apontou perdas na intenção de votos no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista aparece com 31% dos votos em seu melhor cenário, uma queda em comparação com o patamar de 36% apresentado em janeiro. Segundo a Folha de S.Paulo, com Lula de fora, o deputado Jair Bolsonaro (PSL), e a ex-senadora Marina Silva (Rede) aparecem emparelhados na liderança. Bolsonaro tem 17% e  a ex-ministra do Meio Ambiente de Lula oscila entre 15% e 16%.

Na mesma linha, ainda sem Lula, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aparece com entre 7% e 8%, encostado com Ciro Gomes (9%). Sem ter lançado sua pré-candidatura, o ex-ministro, do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa aparece com até 10% da intenção de votos.

O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão leilão de até 3,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em maio e somam R$ 2,565 bilhões.Se mantiver esse volume e vendê-lo integralmente, o BC rolará o valor total dos swaps que vencem no próximo mês.

No último sábado (14), a Siria foi alvo de bombardeio pelas forças dos Estados Unidos, Reino Unido e França. O ataque envolveu cerca de 100 mísseis e marca o primeiro esforço dos países ocidentais contra o governo de Bashar al-Assad, que lidera o país desde 2000.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse nesta segunda que as decisões tomadas pelos Estados Unidos não prejudicam apenas os chineses, mas todos os outros países. De acordo com Hua, “a China está disposta a trabalhar para combater conjuntamente o unilateralismo e o protecionismo”.

é repórter da ADVFN News e graduada em jornalismo pela Universidade Paulista. Tem interesse em economia, política e sociedade. e-mail: vandas@advfn.com.br

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