Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta quarta-feira

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Investing.com – Confira as cinco principais notícias desta quarta-feira, 13 de junho, sobre os mercados financeiros:

1. Dia do Fed

É quase certo que o Federal Reserve irá elevar as taxas de juros em um quarto de ponto pela segunda vez neste ano na conclusão de sua reunião de política monetária de dois dias às 15h00 de hoje. Isso colocaria a taxa-alvo dos fundos federais em um intervalo entre 1,75% e 2,0%, aproximando-se de uma postura neutra de política monetária.

Com um aumento da taxa quase totalmente precificado, os mercados estão se concentrando em saber se o Fed vai sugerir a perspectiva de quatro aumentos de juros em 2018 ao divulgar novas projeções de crescimento econômico e taxas de juros, conhecidas como “dot-plot”.

As possibilidades de um total de quatro aumentos de juros em 2018, em vez dos três atualmente previstos pelo Fed, se fortaleceram recentemente em meio a sinais de inflação em alta e forte crescimento econômico.

A declaração e as projeções desta quarta-feira também serão acompanhadas por uma entrevista coletiva com Jerome Powell, presidente do Fed, que está marcada para começar às 15h30.

2. Bolsas norte-americanas preparadas para ganhos modestos na abertura

O mercado futuro dos EUA apontava para ganhos modestos na abertura, já que investidores aguardam novas orientações do Federal Reserve sobre a provável trajetória de aumentos das taxas de juros neste ano.

Às 06h40, o índice blue chip futuros do Dow subia 20 pontos, ou cerca de 0,1%, ao passo que os futuros do S&P 500 avançavam 3 pontos, ou cerca de 0,1%. O índice de tecnologia de futuros do Nasdaq 100 avançava 13 pontos, ou cerca de 0,2%, o que deixava a referência no caminho de testar seu recorde histórico atingido ainda nesta semana.

O calendário de balanços estará bastante esvaziado, sem empresas notáveis divulgando resultados.

As bolsas norte-americanas fecharam em ligeira alta na terça-feira, com investidores aparentemente deixando de lado uma histórica cúpula entre EUA e Coreia do Norte.

Já na Europa, a maior parte das principais bolsas do continente girava em torno da linha de estabilidade em meio a negociações tranquilas, com os diferentes setores se movimentando em direções opostas.

Mais cedo, mercados asiáticos fecharam majoritariamente em baixa, apesar do Nikkei do Japão contrariar a tendência e encerrar com ligeiros ganhos graças a uma queda no iene.

3. Dólar sobe antes da decisão do Fed

O dólar chegava à máxima de três semanas frente ao iene e estava em alta frente ao euro antes de uma reunião de política monetária do Federal Reserve que poderia fornecer indicações sobre quantas vezes mais haverá aumentos de juros dos EUA neste ano.

O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais moedas, tinha alta de 0,1% e chegava a 93,92, seu maior nível desde 5 de junho.

Enquanto isso, o rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano com vencimento em 10 anosestava em 2,955%.

Além do Fed, o calendário de hoje trará aos investidores os dados de maio sobre preços ao produtor, que devem mostrar que os preços subiram 2,8% em relação ao ano anterior, já que sinais de pressões inflacionárias na economia continuam a aparecer.

4. Mercados de petróleo aguardam dados semanais dos estoques dos EUA

A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês), divulgará seu relatório semanal oficial dos estoques de petróleo referente à semana encerrada em 8 de junho às 11h30 em meio a expectativas de redução em torno de 1,4 milhão de barris.

Os dados também oferecerão novas indicações sobre a rapidez com que os níveis de produção domésticos continuam a subir. A produção norte-americana de petróleo, guiada pela extração de shale oil, chegou à máxima histórica de 10,80 milhões de barris por dia.

Após os mercados fecharem na terça-feira, o Instituto Americano de Petróleo (API, na sigla em inglês) afirmou que os estoques de petróleo dos EUA tiveram aumento de 833.000 barris na semana passada.

Os preços do petróleo estavam em baixa antes dos dados, com os contratos futuros de petróleo West Texas Intermediate, dos EUA, recuando US$ 0,24, ou cerca de 0,4%, para US$ 66,12 o barril, ao passo que contratos futuros de petróleo Brent, negociados em Londres, estavam cotados a US$ 75,45 o barril, caindo US$ 0,40 ou cerca de 0,6%.

5. Colapso do Bitcoin se acelera à medida que operação de vendas continua

O Bitcoin caía a seu nível mais baixo desde fevereiro, já que o colapso da maior moeda digital do mundo se acelerava em meio a crescentes preocupações regulatórias e de segurança depois da invasão de uma corretora de criptomoeda sul-coreana no fim de semana.

O bitcoin era negociado em baixa de 5%, ou US$ 350, cotado a US$ 6.487,70, na corretora Bitfinex, nível visto pela última vez em 5 de fevereiro.

O ethereum, segunda maior criptomoeda em termos de capitalização de mercado, recuava quase 12% para US$ 472,70, seu pior nível desde 11 de abril.

Enquanto isso, o token XRP da Ripple era negociado a US$ 0,53361, queda em torno de 10% no dia.

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