Semanário Bovespa: índice desvaloriza 2,10% em uma semana tensa na cena local

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O Ibovespa sofreu desvalorização de 2,10% no decorrer desta semana, em meio a cena tensa no quadro local.

Pedro Parente, presidente da Petrobras pediu demissão da estatal na manhã de ontem (01). Em uma carta enviada ao presidente Michel Temer, o CEO disse que a greve dos caminhoneiros desencadearam um debate “intenso e por vezes emocional” sobre a crise. O executivo liderou a Petrobras por dois anos. No mesmo dia, Temer anunciou Ivan Monteiro como presidente da petroleira e garantiu que não haverá interferência na cotação da estatal.

Com a saída de Parente, a Petrobras perdeu apenas ontem (1º), R$ 40,9 bilhões em valor de mercado. Segundo a Economática,  a estatal encerrou o pregão avaliada em R$ 230,5 bilhões, contra R$ 271,4 bilhões no pregão anterior

Os caminhoneiros encerraram na quinta-feira (31), na maioria dos estados, a paralisação que acumulava o 11º dia.

Ontem (01), o indicador teve alta de 0,63%, cotado a 77.239,76 pontos.

Após 1 pregão em junho, o índice valorizou 0,63%. Houve 1 fechamento positivo contra nenhum negativo. Em maio, o indicador fechou com 76.753,62 pontos.

Já no comparativo com 2017, após 103 pregões, o Ibovespa valorizou 1,10%. Já foram 54 fechamentos positivos contra 49 negativos. Ano passado, o índice fechou com 76.402,08 pontos.

Resumo da Semana

Na segunda-feira (28), o Ibovespa recuou 4,49%, cotado a 75.355,84 pontos. No dia seguinte, ele ampliou 0,95%, cotado a 76.071,98 pontos.

No meio da semana, o indicador teve alta de 0,90%, cotado a 76.753,62 pontos.

Ontem (01), o indicador elevou 0,63%, cotado a 77.239,76 pontos.

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