É hora de comprar ações do Magazine Luiza, indica BTG Pactual

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Nesta segunda-feira (6), após o fechamento dos mercados, o Magazine Luiza (BOV:MGLU3) divulgou os seus resultados do segundo trimestre de 2018. De acordo com o documento, a varejista reportou aumento de 94,5% no seu lucro líquido, encerrando o período em R$ 140,7 milhões. O resultado foi superior as projeções dos analistas consultados pela Bloomberg, que apostavam em um lucro entre R$ 114 e R$ 132 milhões.

Para a equipe do Itaú BBA, a companhia bateu as expectativas mais otimistas. O resultado reportado pela Magazine Luiza mostra uma execução excelente, apesar de um momento economicamente difícil. “Se não fosse pelas provisões que impactaram o patrimônio, as margens da Magazine teriam sido maiores durante o período”, afirmam os analistas. Dessa forma, o banco optou por manter a recomendação market perform (desempenho na média do mercado) e preço-alvo de R$ 94 para o papel.

Já para os analistas do BTG Pactual, o papel da empresa é o que melhor representa a visão secular de crescimento do e-commerce no Brasil, além de ser um dos poucos atores no setor a continuar com ganhos de fatia de mercado. “A alta de 2.000% no papel pode se estender graças à execução sólida da estratégia de longo prazo da cia”, destacam os analistas. A equipe optou por manter a recomendação de compra no ativo, com preço-alvo de R$ 142.

Na mesma direção, a equipe do Bank Of America Merrill Lynch também manteve a recomendação de compra para o Magalu, com preço-alvo de R$ 161. De acordo com os analistas, a recomendação de compra reflete a “forte e agressiva cultura que a empresa adotou no formato multicanal” e as oportunidades de seu marketplace.

A equipe de análise da Brasil Plural também revisou suas estimativas para o papel, elevando o preço-alvo de R$ 123 para R$ 160 e recomendação overweight.

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