Balança Comercial fica com superávit de US$1,802 bilhão na terceira semana de novembro

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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,802 bilhão na terceira semana de novembro, resultado de exportações no valor de US$ 5,002 bilhões e importações de US$ 3,199 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 12,233 bilhões e as importações, US$ 7,671 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,562 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 211,313 bilhões e as importações, US$ 159,115 bilhões, com superávit de US$ 52,198 bilhões. Os dado são do MDIC e foram apresentados hoje.

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,2 bilhão, 3,7% acima da média de US$ 1,1 bilhão até a segunda semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (83,1%, de US$ 397,3 milhões para US$ 727,3 milhões). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-53%, de US$ 192,2 milhões para US$ 90,3 milhões) e de produtos básicos (-29,7%, de US$ 615,3 milhões para US$ 432,7 milhões).

Do lado das importações, comparadas as médias da terceira semana (US$ 799,9 milhões) com as da segunda semana (US$ 745,3 milhões), houve crescimento de 7,3% pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria de moagem, veículos automóveis e partes, siderúrgicos e adubos e fertilizantes.

Análise do mês

Nas exportações, em relação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 46,7%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (56,3%, de US$ 338,7 milhões para US$ 529,3 milhões), produtos básicos (54,8%, de US$ 350,2 milhões para US$ 542,3 milhões) e semimanufaturados (20,2%, de US$ 126 milhões para US$ 151,5 milhões). Relativamente a outubro de 2018, houve crescimento de 22,3%, em virtude da expansão nas vendas de produtos manufaturados (49,6%), semimanufaturados (13,8%) e básicos (6,8%).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de novembro de 2018 (US$ 767,1 milhões) ficou 16,7% acima da média de novembro do ano passado (US$ 657,1 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (69,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (23%), combustíveis e lubrificantes (20,1%), veículos automóveis e partes (18,1%) e equipamentos eletroeletrônicos (7,6%). Em relação a outubro de 2018, houve crescimento de 4,8%, pelo aumento em bebidas e álcool (83,4%), alumínio e obras (31,2%), cobre e obras (27,3%), siderúrgicos (24,9%) e cereais e produtos da indústria de moagem (19,6%).

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