Balança Comercial teve superávit de US$ 1,887 bilhões na 1ª semana de 2019

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Na primeira semana de janeiro de 2019 (entre os dias 01 e 06), com 3 dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,887 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,860 bilhões e importações de US$ 1,973 bilhões.

Exportações na primeira semana de Janeiro de 2019

Nas exportações, comparadas as médias da 1ª semana de janeiro de 2019 (US$ 1,287 bilhão) com a de janeiro de 2018 (US$ 774,0 milhões), houve crescimento de 66,2%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+110,8%, de US$ 343,3 milhões para US$ 723,6 milhões, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, soja em grãos, milho em grãos); semimanufaturados (+54,8%, de US$ 119,5 milhões para US$ 185,0 milhões, por conta de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre) e manufaturados (+30,4%, de US$ 289,8 milhões para US$ 378,0 milhões, por conta de laminados planos de ferro ou aço, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, gasolina, veículos de carga).

Relativamente a dezembro de 2018, houve crescimento de 31,6%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+47,8%, de US$ 489,6 milhões para US$ 723,6 milhões); semimanufaturados (+39,2%, de US$ 132,9 milhões para US$ 185,0 milhões) e manufaturados (+6,4%, de US$ 355,3 milhões para US$ 378,0 milhões).

Importações na primeira semana de Janeiro de 2019

Nas importações, a média diária da 1ª semana de janeiro de 2019, de US$ 657,7 milhões, ficou 1,9% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+47,3%), químicos orgânicos e inorgânicos (+44,1%), cereais e produtos da indústria da moagem (+39,0%), plásticos e obras (+14,3%), equipamentos eletroeletrônicos (+11,0%).

Ante dezembro de 2018, houve crescimento nas importações de 1,8%, pelos aumentos em equipamentos eletroeletrônicos (+51,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+50,1%), plásticos e obras (+40,3%), borrachas e obras (+30,9%) e siderúrgicos (+23,1%).

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