Prejuízo da Petróleos Manguinhos (RPMG3) diminuiu 74,94% no 3º trimestre de 2018

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A companhia Petroleos Manguinhos anunciou um prejuízo líquido de R$ 23.08 milhões no 3º trimestre de 2018, valor 74,94% menor que o prejuízo líquido de R$ 92.11 milhões apurado no mesmo período do ano anterior. Na comparação com o 2º trimestre de 2018 (prejuízo líquido de R$ 16.68 milhões), houve uma diminuição de 38,39% na performance da empresa.

Já a receita líquida da companhia aumentou 100,55% de um ano para o outro, passando de R$ 162.38 milhões para R$ 325.65 milhões. Em relação ao último trimestre (R$ 215.87 milhões), a receita aumentou 50,85%.

Os ativos totais da Petroleos Manguinhos (BOV:RPMG3) totalizaram R$ 1.76 bilhão no 3º trimestre de 2018, soma 69,15% maior que o saldo de R$ 1.04 bilhão registrado no encerramento do mesmo período do ano anterior.

O patrimônio líquido da companhia, por sua vez, apresentou deterioração de 5,80%, ao comparar todos os valores contábeis que os seus sócios possuíam no fechamento do 3º trimestre de 2018 (patrimônio líquido negativo de R$ 2.47 bilhões) com a mesma data em 2017 (patrimônio líquido negativo de R$ 2.33 bilhões).

A dívida líquida ficou em R$ 40.71 milhões no encerramento do 3º trimestre de 2018, queda de 15,02% ante os R$ 47.9 milhões registrados no ano anterior.

Todos estes dados referem-se à consolidação do resultado financeiro da companhia Petróleos Manguinhos (BOV:RPMG3) com o resultado financeiro de todas as suas companhias subsidiárias (empresas controladas, de maneira direta ou indireta, pela companhia) relacionadas ao 3º trimestre de 2018.

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Conheça a Refinaria de Manguinhos

Fundada em 1954, a Refinaria Manguinhos, localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro, é uma das poucas refinarias privadas do país. A empresa retomou plenamente suas atividades em 2015, depois de revogada, pelo Supremo Tribunal Federal, a desapropriação de seu terreno. A desapropriação havia sido decretada em 2012 pelo então governador Sérgio Cabral e forçou a refinaria a reduzir drasticamente suas atividades naquele período.

Em razão da tentativa de desapropriação a empresa foi obrigada a pedir proteção contra os credores e encontra-se hoje em processo de recuperação judicial, cujo plano já foi aprovado em assembleia de credores.

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