Especial Usiminas: recomendação dos analistas para o primeiro trimestre de 2019

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Uma das maiores indústrias de siderurgia do Brasil, a Usiminas (BOV:USIM5), divulgará o balanço do primeiro trimestre de 2019 na próxima quarta-feira, dia 18.

Algumas empresas que fazem a cobertura da Usiminas, divulgaram recentemente suas recomendações para empresa no primeiro trimestre de 2019:

Banco Safra: O banco Safra manteve a recomendação neutra para a Usiminas. Segundo a equipe de análise, a empresa fechou o primeiro trimestre de 2019 com resultado negativo e margens pressionadas.

Bradesco BBI: Para a equipe do Bradesco BBI, a recomendação do papel é neutra, com preço alvo em R$11,00 (Upside de 20,8%). De acordo com o analistas do banco, a Usiminas apresentará um trimestre fraco, com 4 destaques no resultado:

  1. Demanda mais fraca do que o previsto com volume estável no mercado doméstico
  2. Preço médio estável comparado com o último trimestre de 2018
  3. Recuo no custo caixa
  4. Alta no preço do minério de ferro

A demanda por aços planos no Brasil deve perder brilho perante os produtos longos, levando analistas do Bradesco BBI a colocar as ações da Gerdau como seu papel preferido no setor de siderurgia.

Credit Suisse: A equipe do Credit Suisse optou por reiterar a recomendação outperform e reduzir o preço-alvo, passando de R$12,50 para R$12,00 (Upside de 28%).

Os analistas Caio Ribeiro e Rafael Cunha esperam mais um trimestre de resistência: “Esperamos que a Usiminas apresente outro trimestre com compressão nas margens no primeiros três meses de 2019, com Ebitda totalizado de US$ 518 milhões”

O segmento de mineração deve salvar o trimestre apesar dos preços maiores de matérias-primas, volume flat e menor repasse custo as empresas automobilísticas na divisão de siderurgia.

A cobertura da empresa é feita pelas empresas: Ativa, Banco do Brasil, Santander, Bradesco BBI, BTG Pactual, Credit Suisse, Itaú BBA, JP Morgan, Safra, Morgan Stanley, UBS e XP.

Reação do mercado

As ações da Usiminas estão estáveis em 2019, com ligeira queda de 0,89%, mesmo com a alta do minério de ferro em 2019. Só no mês de abril, as ações devolveram os ganhos do início do ano e estão caindo 10,64%. No pregão desta terça-feira (16), o papel opera com leve alta de 0,11% a R$ 9,08.

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