Após abrir em queda, Bovespa opera em alta

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O principal indicador da bolsa paulista, o Ibovespa, opera em alta nesta sexta-feira (16), após ter iniciado os negócios do dia em queda, em meio a piora das expectativas para a economia brasileira e preocupações sobre a articulação política do governo Bolsonaro em torno da tramitação da reforma da Previdência, além da piora do cenário externo com a intensificação das tensões comerciais entre China e Estados Unidos.

Às 11h29, o Ibovespa subia 0,79%, a 90.759 pontos. Mais cedo, chegou a cair abaixo dos 90 mil pontos.

Na véspera, o índice fechou em queda de 1,75%, a 90.024 pontos, menor pontuação desde 28 de dezembro, somando baixa de 4,49% na parcial da semana. No acumulado no mês de maio, o recuo chega a 6,57%. No ano, porém, ainda há alta de 2,43%.

Destaques

Entre as principais altas, Marfrig (MRFG3), CSN (CSNA3e B2W (BTOW3) subiam acima de 3%. JBS (JBSS3tinha alta de mais de 2%. Na outra ponta, CVC (CVCB3) liderava as baixas, com queda de mais de 5%. Vale (VALE3subia perto de 1%, acompanhando a alta do preço do minério de ferro na China, que atingiu valor recorde, impulsionados pelas perspectivas de demanda firme das siderúrgicas.

Dólar

O dólar mantém a trajetória de alta nesta sexta-feira (17), chegando a alcançar R$ 4,09. Às 11h28, a moeda norte-americana subia 1,03%, vendida a R$ 4,0768. Na máxima da sessão até o momento, chegou a R$ 4,0903, maior cotação intradia desde 26 de setembro do ano passado (R$ 4,0938).

Nas casas de câmbio, o dólar turismo era negociado ao redor R$ 4,27 na compra em papel moeda, já considerando a cobrança de IOF (tributo). No cartão pré-pago, chega a R$ 4,48.

No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,97%, vendida a R$ 4,0352 – maior patamar de fechamento desde 28 de setembro do ano passado (R$ 4,0378). No ano, o dólar já acumula alta de 4,16%. No mês, a alta é de 2,91%.

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