Bovespa fecha em queda, após renovar recorde de fechamento na véspera

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O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta quinta-feira (11), mas ainda acima dos 105 mil pontos, após a Câmara dos Deputados aprovar o texto-base da reforma da Previdência em primeiro turno. O Ibovespa terminou o pregão em queda 0,63%, a 105.146 pontos.

No dia anterior, o Ibovespa subiu 1,23%, aos 105.817 pontos, renovando recorde de fechamento. Durante a sessão da véspera, chegou a 106.650 pontos – nova máxima histórica intradia.

Destaques

Perto do fechamento, entre as principais quedas dentro do Ibovespa, IRB Brasil (IRBR3) caía quase 5%, após a resseguradora confirmar que fará uma oferta subsequente de ações para dar saída ao Banco do Brasil e à União, que venderão a totalidade de suas ações na companhia.

Kroton (KROT3) também caía mais de 4%. As preferenciais da Azul (AZUL4) tinha baixa de quase 3%, após a companhia ficar de fora de leilão de ativos da Avianca realizado na quarta-feira. Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) também operavam em queda.

Já a Eletrobras (ELET6) liderava as altas, com valorização de mais de 7%. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse na véspera em entrevista à GloboNews que o governo deve arrecadar cerca de R$ 18 bilhões com o processo de capitalização da companhia, que irá desestatizar elétrica.

Sabesp (SBSP3) também estava entre os destaques de alta, com valorização de mais de 4%, após o governador do Estado de São Paulo, João Doria, afirmar que a privatização é a melhor opção para a companhia.

Dólar

O dólar recuou nesta quinta-feira (11). A moeda norte-americana recuou 0,16%, vendida a R$ 3,7503. É o menor patamar de fechamento desde 27 de fevereiro (R$ 3,7295). Na mínima do dia, a cotação chegou a R$ 3,7341 e, na máxima, a R$ 3,7662. Em julho, o dólar acumula queda de 2,32%. No acumulado do ano, o recuo é de 3,20%.

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