Por que precisamos do Bitcoin? O Comunismo e o Catalismo

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O Bitcoin é uma das principais ferramentas de uma boa parte dos investidores. Porém, muito além de uma ferramenta de investimento e especulação, o BTC foi criado para revolucionar o mercado financeiro.

Adaptando artigos do site CryptoBriefing, o Guia do Bitcoin continua uma série de artigos que explicam a Importância do Bitcoin.

Hoje, nosso foco é falar sobre os sistemas financeiros mais utilizados nos últimos séculos, explicando um pouco a diferença da centralização do comunismo contra a “descentralização” do capitalismo.

Comunismo vs Capitalismo em teoria – Centralização ou Descentralização

Ao analisar os sistemas modernos e economias monetárias recentes, vale a pena dedicar algum tempo para examinar as abordagens mais utilizadas, pelo menos no século passado, para resolver os problemas dos incentivos econômicos: O Capitalismo e o Comunismo.

O capitalismo e o comunismo contrastam fortemente entre si como os exemplos mais claros dos extremos do espectro econômico; de um sistema descentralizado de livre comércio para um sistema profundamente centralizado, sendo diretamente controlado por um governo.

Os dois sistemas contrastantes procuraram resolver problemas econômicos do mundo moderno. Ambos falharam de várias maneiras.

Observe que, neste artigo, o objetivo é limitar o escopo de nossa investigação ao grau de centralização: existem muitos outros prós e contras ao comunismo e ao capitalismo fora do escopo deste debate. Estamos limitando especificamente nossa tese à resultados do comunismo e do capitalismo desregulado, e não dos pontos fortes ou fracos teóricos de cada modalidade.

As verdadeiras economias de livre mercado ou capitalistas deveriam operar idealmente de maneira descentralizada, sem força central controlando o movimento entre dinheiro, bens e serviços. A “mão invisível“, como Adam Smith descreveu, permite que a dinâmica da oferta e demanda mova o valor acordado de qualquer produto ou serviço.

Produtos e serviços são naturalmente fornecidos com motivo de lucro, sem a necessidade de um orquestrador central. A competição e uma constante buscam por inovação e aprimoramento são incentivadas por esse motivo de lucro, os comerciantes desfrutam de maior sucesso se as pessoas escolherem seus produtos ou serviços superiores.

Produtos mal feitos e serviços de má qualidade falham, continuando assim a evolução natural da melhoria e inovação em um cenário econômico de “sobrevivência do mais apto”.

Enquanto empresas bem-sucedidas florescem e empresas ruins falhem, o consumidor se beneficia mais nesse sistema, recebendo um produto ou serviço melhor a um preço melhor. Este, é claro, é um cenário idealizado de como o capitalismo deveria funcionar.

As economias centralizadas, como as que operam sob o comunismo, adotam uma abordagem diferente para suprir necessidades.

Em um sistema econômico centralizado, alguns membros da população decidem o que é importante ter disponível na sociedade e determinam o que deve ser produzido a um determinado custo e preço definido subsequente, que são repassados aos consumidores.

Há pouco em termos de concorrência, mas todo mundo, idealmente, tem acesso a um determinado produto a um preço relativamente barato, uma vez que é produzido em quantidades ditadas pelos poderes centrais.

Os fornecedores são pagos de acordo com o que é considerado justo ou apropriado, considerando os custos de produção, ou são simplesmente controlados diretamente pelas partes centrais às custas compartilhadas da população.

Em um modelo comunista ‘funcional’, todas as necessidades seriam priorizadas e supridas, enquanto desejos frívolos e motivações gananciosas ficariam em segundo plano.

As desigualdades econômicas e sociais desapareceriam. Teoricamente.

Obviamente, os sistemas centralizados por projeto apresentam alguns problemas bastante óbvios. Primeiro, se os poderes calcularem mal a necessidade de um determinado produto, pode haver um problema em garantir um suprimento suficiente para as necessidades ou vontades de uma população.

Em segundo lugar, em uma economia centralizada, não existe o desejo de competir para ser melhor, a fim de ser mais lucrativo.

Os participantes não são motivados a serem eficientes ou a produzir um produto suficiente, por exemplo, ou mesmo a tentar criar um produto melhor para que os consumidores desfrutem, já que a recompensa é a mesma, independentemente do desempenho.

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