Radar Empresas: OI, MARISA, MRV, TRISUL

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OI (OIBR3)(OIBR4): Figura-chave na recuperação judicial da Oi até o fim de 2017, o investidor Nelson Tanure corre o risco de perder seu assento no conselho de administração da portuguesa Pharol, detentora de uma participação de quase 5% na operadora brasileira. A destituição de três conselheiros da Pharol (ex-Portugal Telecom), incluindo Tanure, está na pauta da assembleia extraordinária de acionistas convocada para 18 de dezembro, em Lisboa. A proposta de redução do número mínimo de conselheiros partiu da Real Vida Seguros, que em 8 de outubro alcançou uma participação de 4,34% no capital votante da Pharol.

MARISA (AMAR3): Conselho aprova oferta primária de 46,9 mi ações ON. Recursos serão utilizados para fins de amortização/liquidação de dívidas; e reforço do capital de giro da companhia. Quantidade inicial de ações pode ser acrescida em até 20%, ou 9,4 mi de ações ON, por meio de lote adicional, e em até 11%, ou 5,21 mi, por meio de lote suplementar. Preço por ação será definido após bookbuilding, agendado para para 4/dez. Com base no preço de fechamento de 25/nov., de R$ 10,65, oferta poderia movimentar até cerca de R$ 654,3 mi, considerando a colocação os lotes adicional e suplementar. Data prevista de negociação 6/dez.

MRV (MRVE3): MRV anunciou que pagará, em 27 de novembro, a primeira parcela dos dividendos extraordinários, aprovados em abril pelos acionistas. Nesta data, serão pagos R$ 163,9 milhões, equivalentes a R$ 0,37 por ação. A data de referência para o pagamento será 18 de novembro. No total, a assembleia de abril aprovou a distribuição de R$ 327,9 milhões em dividendos. A empresa informou que a segunda parcela do dinheiro será paga ainda este ano. No terceiro trimestre, a MRV apresentou lucro líquido de R$ 160 milhões, o que corresponde a uma queda de 8% sobre o mesmo período do ano passado. A construtora foi prejudicada pela paralisação das obras do programa Minha Casa, Minha Vida.

TRISUL (TRIS3): A Trisul projeta vendas brutas de R$ 1 bilhão a R$ 1,3 bilhão em 2020, informou a empresa por meio de fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (25). O volume de lançamentos também ficou na faixa de R$ 1 bilhão a R$ 1,3 bilhão. De acordo com a Trisul, os números são apenas projeções e, como tal, baseiam-se exclusivamente nas expectativas da administração da companhia em relação ao futuro do negócio e seu contínuo acesso a capitais para financiar o seu plano de negócios. “Tais considerações futuras dependem, substancialmente, de mudanças nas condições de mercado, regras governamentais, pressões da concorrência, do desempenho do setor e da economia brasileira”, concluiu a Trisul.

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