Ações da Advanced (ADHM3) sobem 30% após aumento de capital social

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As ações Advanced Digital Health Medicina Preventiva (BOV:ADHM3) lideram o ranking de todas as ações negociadas na B3 nesta quinta-feira (16) com alta valorização de 30%, oscilando entre R$ 2,50 e R$ 3,08 (11h30), após aumento de capital social com emissão de novas ações ordinárias ao preço de emissão de R$ 2,08.

Em 2020, as ações da ADHM3 estão valorizando 11,45%.

O prazo para exercício do direito de preferência na subscrição das ações ordinárias iniciado em 05 de fevereiro se encerrou no dia 06 de abril de 2020.

Foram subscritas 8.510.256 ações ao preço de R$ 2,084328 totalizando R$ 17.738.164,55, superando o valor mínimo de R$ 17.621.544,00 para que o aumento fosse parcialmente homologado.

O aumento de capital social é uma fonte de financiamento que viabiliza o desenvolvimento de novos projetos dentro de uma companhia. Essa operação permite que os antigos acionistas continuem como sócios do empreendimento, mas também torna possível que novos sócios entrem no projeto.

A grande vantagem desse processo é que a companhia não precisa recorrer a empréstimos bancários, onde naturalmente é esperada a cobrança de juros.

O aumento de capital pode ser feito de duas formas distintas: Subscrição de novas ações, método que consiste na emissão de novas ações, reforçando assim, o capital social da empresa e Incorporação de reservas com parte dos resultados positivos de uma empresa sendo incorporados nas reservas da mesma.

Quando as reservas atingem um determinado valor, esse recurso pode ser incorporado no capital social da empresa. Esse tipo de processo culmina na distribuição de novas ações aos acionistas já existentes da empresa.

Confira o comunicado sobre o aumento do capital social

Advanced Digital Health Medicina Preventiva S.A. comunicou que, em reunião realizada em 29 de janeiro, o Conselho de Administração aprovou o aumento do capital Companhia, dentro do limite de capital autorizado, mediante subscrição privada de ações.

De acordo com a empresa, o emissor deve divulgar ao mercado o valor do aumento e do novo capital social, e se o aumento será realizado mediante: I – conversão de debêntures ou outros títulos de dívida em ações; II – exercício de direito de subscrição ou de bônus de subscrição; III – capitalização de lucros ou reservas; ou IV – subscrição de novas ações.

O Conselho de Administração aprovou o aumento do capital mediante a emissão de novas ações ordinárias, escriturais, nominativas e sem valor nominal de no mínimo, R$ 17.621.544,00 (Dezessete milhões, seiscentos e vinte e um mil, quinhentos e quarenta e quatro reais) e, no máximo, R$ 22.810.517,00 (Vinte e dois milhões, oitocentos e dez mil, quinhentos e dezessete reais), mediante a emissão privada de, no mínimo, 8.454.305 (oito milhões, quatrocentos e cinquenta e quatro mil, trezentos e cinco) e, no máximo, 10.943.823 (Dez milhões, novecentos e quarenta e três, oitocentos e vinte e três) ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 2,084328 (dois reais e oito centavos) por ação.

Deste modo, o capital da Companhia passará a ser de R$ 51.481.772,84 (cinquenta e um milhões, quatrocentos e oitenta e um mil, setecentos e setenta e dois reais e oitenta e quatro centavos), dividido em 16.016.903 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, em caso do aumento mínimo, ou, de R$ 56.670.745,84 (cinquenta e seis milhões, seiscentos e setenta mil, setecentos e quarenta e cinco reais), dividido em 18.506.421 milhões de ações, em caso do aumento máximo.

 

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