Desempenho do Bitcoin em 2020 supera números do Ibovespa

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Durante o atual período de crise, nenhum mercado global saiu ileso, mas o Bitcoin quebrou alguns “dogmas” no caminho.

Durante o atual período de crise causada pela pandemia do coronavírus, nenhum mercado global saiu ileso, mas o Bitcoin quebrou alguns “dogmas” no caminho. Depois de um período de retornos expressivos, os mercados de capitais e o inovador mercado de criptoativos foram abatidos em pleno voo desde que a pandemia de Covid-19 eclodiu no mundo.

Nos dias 10 e 11 de março, os mercados de capitais derreteram e o mercado de criptoativos seguiu a tendência, perdendo 46% em um intervado de 24h. Na mesma toada, o índica brasileiro iBovespa caiu para 85.171 pontos, com recuo de 7,64%, estendendo as perdas da semana a 13,09%, as do mês a 18,24% e as do ano a 26,35%. A B3, controladora da Bovespa, estima perdas da ordem de R$ 50 bilhões.

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Enquanto isso, o Bitcoin também passou por sua própria via crucis, com as perdas também bem expressivas neste mesmo período.

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Contudo, mesmo diante de tamanha queda, o Bitcoin ainda mantém mais valorização que a iBovespa. O Bitcoin ainda acumula alta de cerca de 9% em 2020, enquanto o iBovespa, por exemplo, tem queda de 22%. Já em doze meses, a criptomoeda tenha ganhos de quase 100%, ao passo que a bolsa brasileira recua 8,6%.

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Voltando ainda mais no tempo, o Bitcoin acumula valorização em cinco anos de 1.843%, enquanto a iBovespa acuma valorização de ‘apenas’ 70% no mesmo período.

Porém é preciso avaliar o binômio risco-retorno, quem está buscando valorização extrema, também precisa estar preparado para oscilação extrema, que é o caso em particular do Bitcoin.

Por Leandro França de Mello

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