Banco de Brasília (BSLI3) 1T20: Lucro líquido de R$ 107,6 milhões e venda de 40% de corretora, DTVM e cartões

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O Banco de Brasília divulgou um lucro líquido de R$ 107,6 milhões no primeiro trimestre, com crescimento anual de 64%. A carteira de crédito ampla chegou a R$ 12,1 bilhões, alta de 31,2% em 12 meses e de 9,8% no trimestre.

O BRB é negociado na B3 através dos papéis (BOV:BSLI3) (BOV:BSLI4). O banco divulgou os resultados trimestrais na sexta-feira (15).

Em entrevista ao valor, o presidente do banco, Paulo Henrique Costa, afirmou que o banco pretende vender entre 30% a 40% de participação da empresa de gestão de ativos de terceiros, da corretora de seguros e de cartões.

No dia 5 de maio, o BRB divulgou um comunicado ao mercado para informar que “está estudando oportunidades para potencializar a sua atuação nos negócios de gestão de recursos, distribuição e estruturação de operações e de títulos e valores mobiliários, assim como sua participação no mercado de capitais, podendo incluir a reorganização societária de sua DTVM”.

“Hoje a gente imagina vender 30% a 40%”, afirmou. “Vamos buscar sócios para meios de pagamento (cartão), para a corretora de seguros e para a gestora de recursos de terceiros. Vamos vender parte dessas empresas, buscar parceiros privados para nos ajudar a ganhar eficiência e aumentar a competitividade e avançar nesse processo de expansão”, complementou.

Desde que assumiu o cargo no início de 2019, o presidente da instituição tenta “virar a página” após o BRB ter sido alvo da Operação Circus Maximus da Polícia Federal, que investigou esquema de pagamento de propinas a dirigentes e ex-dirigentes do banco em troca de investimentos em projetos.

Ativos Reais que rendem de 15% a 20%. Até agora, essas chances eram restritas a investidores milionários e institucionais.

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