T4F (SHOW3) 1T20: Prejuízo de R$ 14,1 milhões

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A Time for Fun ou T4F (SHOW3) registrou prejuízo líquido de 14,1 milhões no primeiro trimestre de 2020. Os números representam uma redução de 59% nas perdas sobre a base anual. O Ebitda do 1T20 também apresentou retração de 37%, ficando negativo em R$ 5,1 milhões.

O balanço foi divulgado após o fechamento do mercado desta sexta-feira (15). A empresa é negociada na B3 através do código (BOV:SHOW3) e em 2020 as ações desvalorizaram 77,92%.

A receita líquida da companhia caiu 73% nos três primeiro meses de 2020. Com isso, passou de R$ 120,6 milhões no primeiro trimestre 2019 para R$ 32,5 milhões em 2020.

A receita líquida de operações de bilheteria, A&B e venues diminuiu 24%, atingindo R$ 11,8 milhões nos três primeiro meses de 2020. A receita líquida de patrocínios totalizou R$ 14,2 milhões no  primeiro trimestre de 2020, 25% a menos na comparação anual.

O  resultado foi afetado principalmente pelo adiamento do festival Lollapalooza, adiando assim o reconhecimento de patrocínios, afirmou a companhia.

Segundo a companhia, a queda deve-se ao “menor número  de shows outdoor no primeiro trimestre deste ano, adiamento de shows indoor devido ao Covid-19 e a não realização de eventos em teatro.”

Entre janeiro e março deste ano a Time for Fun promoveu 11 eventos com 37 mil ingressos vendidos, uma queda de 92% no número de eventos e a receita totalizou R$ 6,5 milhões. Ao mesmo tempo, houve recuo de 89% na quantidade de ingressos vendidos na comparação anual.

“No 1T19 promovemos 4 shows da turnê do Paul McCartney com ingressos praticamente esgotados, enquanto no 1T20 promovemos apenas o Festival GRLS”, disse a companhia.

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 3,6 milhões. No mesmo período de 2019 o resultado foi negativo em R$ 25,7 milhões.

No 1T19, o caixa era de R$ 260,9 milhões. Em 2020, a empresa encerrou o primeiro trimestre de 2020 com R$ 222,5 milhões em caixa.

O endividamento total, em 31 de março de 2020 teve alta de 4%, chegando a R$ 163,6 milhões.

 

Ativos Reais que rendem de 15% a 20%. Até agora, essas chances eram restritas a investidores milionários e institucionais.

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