Confira os Indicadores Econômicos desta quinta-feira (02/07)

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ÁSIA

Na Austrália, o saldo de bens e serviços, em termos dessazonalizados, ficou com superávit de US $ 8.025 milhões em maio de 2020, alta de US $ 195 milhões ante o resultado de superávit em abril de 2020. Em termos dessazonalizados, os créditos de bens e serviços caíram US $ 1.604 milhões (4%) para US $ 35.742 milhões. Os bens não rurais caíram US $ 1.080 milhões (4%), os bens rurais caíram US $ 404 milhões (10%) e o ouro não monetário caiu US $ 219 milhões (12%). As exportações líquidas de mercadorias sob comercialização permaneceram estáveis em US $ 45 milhões. Os créditos de serviços aumentaram US $ 99 milhões (2%). Em termos dessazonalizados, os débitos de bens e serviços caíram US $ 1.799m (6%).

EUROPA

Na Europa, em maio de 2020, terceiro mês ainda marcado pelas medidas de contenção de COVID-19 na maioria dos Estados-Membros, os Preços ao Produtor Industrial caíram, em comparação com abril de 2020, 0,6% na Zona do Euro e 0,5% na UE, segundo estimativas do Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia. Em abril de 2020, os preços diminuíram 2,0% Zona do Euro e 1,9% na UE. Em maio de 2020, em comparação com maio de 2019, o PPI caiu 5,0% na Zona do Euro e 4,6% na UE.

Na Europa, em maio de 2020, o terceiro mês marcado por medidas de contenção do COVID-19 na maioria dos Estados-Membros, a taxa de desemprego ajustada sazonalmente na Zona do Euro foi de 7,4%, acima dos 7,3% em abril de 2020. A taxa de desemprego na UE foi de 6,7% em maio de 2020, 6,6% em abril de 2020. Esses números são também do o Eurostat.

O Eurostat estima que 14,366 milhões de homens e mulheres na UE, dos quais 12,146 milhões na Zona do Euro, estavam desempregados em maio de 2020. Em comparação com abril de 2020, o número de pessoas desempregadas aumentou em 253 mil na UE e em 159 mil na Zona do Euro.

Na Espanha, o desemprego registrado nos escritórios do Serviço Público do Estado (SEPE) aumentou 5.107 pessoas em relação ao mês anterior. Isso representa um aumento de 0,1%, o que aprofunda a tendência de desaceleração da taxa de crescimento do desemprego iniciada em maio. O departamento mostra também que 14.781 pessoas, 48% do total dos que se inscreveram em todo o território, o fizeram na Comunidade Valenciana para se candidatar à oferta pública de emprego como “planos emergenciais de contingência da COVID-19”,  que exigiam registro nos escritórios do SEPE como requisito. Sem essa circunstância excepcional, o desemprego registrado teria diminuído em cerca de 9 mil pessoas. O número total de pessoas desempregadas registradas nos escritórios do SEPE é de 3.862.883.

Na Itália, em maio de 2020, em comparação com o mês anterior, a queda no emprego continuou (ritmo mais lento) e o desemprego voltou a crescer, contra uma queda acentuada da inatividade. A taxa de desemprego subiu para 7,8% (+1,2 ponto percentual). A taxa para jovens aumentou para 23,5%. Os dados são do Istat.

 

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o total de empregos não-agrícolas medido pelas folhas de pagamento (Payroll) subiu em 4,8 milhões em junho, e a taxa de desemprego caiu para 11,1%, informou hoje o Departamento do Trabalho. Essas melhorias no mercado de trabalho refletiram a retomada contínua da atividade econômica que foram interrompidas entre março e abril devido à pandemia de coronavírus (COVID-19) e aos esforços para contê-lo.

Em junho, o emprego em lazer e hospitalidade aumentou bastante. Notáveis ​​ganhos de emprego também ocorreram no comércio varejista, serviços de educação e saúde, outros serviços, manufatura e serviços profissionais e comerciais.

A taxa de desemprego caiu 2,2 pontos percentuais, para 11,1% em junho, e o número de pessoas desempregadas recuou em 3,2 milhões para 17,8 milhões. Embora o desemprego tenha caído em maio e junho, a taxa de desemprego e o número de desempregados subiram 7,6 p.p e 12,0 milhões, respectivamente, desde fevereiro.

Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego dos Estados Unidos, para a semana fechada em 27 de junho, ficaram em 1.427 milhão, com ajuste, e queda em 55 mil em relação ao nível revisado da semana anterior. Os dados são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos e foram apresentados hoje.

O nível da semana anterior foi revisado em 2 mil, de 1.480 milhão para 1.482 milhão. A média móvel de quatro semanas foi de 1.503.750, queda em 117.500 em relação à média revisada da semana anterior.

Os fatores sazonais apontavam para um aumento em 41.504 (ou 2,8%) em relação à semana anterior. Na mesma semana de 2019, as reivindicações somavam 224.565. Além disso, na semana que terminou em 27 de junho, 47 estados relataram 839.563 solicitações de Assistência ao Desemprego com a pandemia.

Nos Estados Unidos, as exportações de maio ficaram em US $ 144,5 bilhões, US$ 6,6 bilhões a menos do que as exportações de abril. As importações de maio ficaram em US$ 199,1 bilhões, US$ 1,8 bilhão a menos do que as importações de abril. O aumento de maio no déficit de bens e serviços refletiu na elevação do déficit de bens de US$ 4,2 bilhões para US$ 76,1 bilhões e uma queda no excedente de serviços de US$ 0,6 bilhão para US$ 21,5 bilhões.

No acumulado do ano, o déficit de bens e serviços diminuiu US$ 22,3 bilhões, ou 9,1%, em relação ao mesmo período de 2019. As exportações caíram US$ 148,3 bilhões ou 14,0%. As importações diminuíram US$ 170,6 bilhões, ou 13,1%.

Médias Móveis de Três Meses

O déficit médio de bens e serviços aumentou US$ 6,6 bilhões para US$ 48,9 bilhões nos três meses findos em maio. As exportações médias caíram US$ 22,4 bilhões, para US$ 161,9 bilhões em maio. As importações médias caíram US$ 15,8 bilhões, para US$ 210,8 bilhões em maio.

Na comparação anual, o déficit médio de bens e serviços diminuiu US$ 0,9 bilhão em relação aos três meses findos em maio de 2019. As exportações médias caíram US$ 49,8 bilhões em relação a maio de 2019. As importações médias diminuíram US$ 50,7 bilhões em relação a maio de 2019.

BRASIL

No Brasil, a produção industrial nacional avançou 7,0% em maio de 2020 frente a abril. O crescimento, no entanto, foi insuficiente para reverter a queda de 26,3% acumulada nos meses de março e abril. Com isso, o setor atinge o segundo patamar mais baixo desde o início da série histórica da Pesquisa Industrial Mensal, sendo que o menor nível foi registrado em abril deste ano. Os dados, divulgados hoje (2) pelo IBGE, refletem os efeitos das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19.

Em comparação com maio de 2019, a produção teve queda de 21,9%, sendo o sétimo resultado negativo subsequente e a segunda queda mais elevada desde o início da série histórica. Na soma dos últimos 12 meses, a queda foi de 5,4%, a mais elevada desde dezembro de 2016 (-6,4%). No ano de 2020, a indústria já acumula recuo de 11,2% até maio. “Cabe ressaltar que, até fevereiro, já havia retração, mas era de apenas 0,6%”, destaca Macedo.

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