Viver (VIVR3) 2T20: Prejuízo de R$ 26,9 milhões

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No 2T20, a Viver apresentou um prejuízo de R$ 26,9 milhões. A Companhia não realizou lançamentos em 2020, em linha com sua estratégia de preservação de caixa como também para direcionar os esforços no seu processo de reestruturação e recuperação judicial. A Viver encerrou o 2T20 com 3.887 processos judiciais em aberto

Os resultados da Viver (BOV:VIVR3) referente a suas operações do segundo trimestre de 2020, foram divulgados no dia 13/08/2020.
Ebtida – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – ficou negativo em R$ 12,5 milhões no 2T20.
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O resultado financeiro foi negativo em R$ 12,9 milhões no 2T20, ressaltando que apenas dívidas extra concursais impactam a conta de despesas financeiras. No 2T20, ocorreu a quitação parcial do Financiamento DIP, e o reconhecimento de R$ 2,5 milhões de multa e juros de mora apropriados ao resultado financeiro, conforme previsto no contrato de financiamento.
O resultado negativo recorrente, é consequência da não realização de lançamentos de novos projetos, bem como a baixa margem de venda das unidades vendidas dos projetos do legado e a atualização das dívidas extra concursais.
Em 30 de junho de 2020, as contas de caixa e equivalentes de caixa totalizaram R$ 12,1 milhões, contra um saldo de R$ 6,1 milhões em 31 de março de 2020.
A receita operacional líquida foi de R$ 10,1 milhões no 2T20. Em 2019, para cobrir os riscos da carteira de clientes não ser realizada, a Administração constituiu provisão para distratos de operações que possuem ações judiciais com riscos efetivos de distratos e retornou os custos das unidades para o estoque de imóveis a comercializar. Em decorrência destas provisões, os distratos realizados durante o 2T20, não impactaram a receita operacional líquida.
No 2T20 as vendas contratadas brutas totalizaram R$ 16,1 milhões, representando 161% de aumento em relação ao trimestre anterior.
A Companhia encerrou o trimestre com aproximadamente R$154,5 milhões de recebíveis e R$ 203,6 milhões de estoque a valor de mercado, sendo R$ 25,2 milhões e R$ 81,1 milhões respectivamente provenientes de unidades concluídas
O Conselho de Administração da Companhia aprovou em 18 de junho de 2020 o aumento de capital social, no montante de até R$ 119,2 milhões, dentro do limite do capital autorizado, destinando-se à quitação integral dos créditos detidos pelo Fundo de Liquidação Financeira – Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados e à quitação de débitos com escritórios de advocacia, administradora judicial e processo judicial

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