Fitch destaca a venda pela Oi de 100% de sua operação móvel para TIM, Telefonica e America Movil por R$16,5 bilhões

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A Fitch Ratings afirmou as notas de risco da Oi em CCC+. “A afirmação das notas de risco da Oi reflete o impacto do perfil de crédito consolidado da Oi após a reorganização das atividades do grupo. A Oi recebeu a aprovação de credores para executar seu plano de reorganização judicial, criar e desinvestir em unidades de produção isoladas”, afirmou a Fitch.

O fato comunicado foi enviado ao mercado pela empresa (BOV:OIBR3) (BOV:OIBR4)  na manhã desta sexta-feira (18).

A Fitch destacou a venda pela Oi de 100% de sua operação móvel para TIM, Telefonica e America Movil (Claro) por R$ 16,5 bilhões nesta semana. E disse esperar que a receita bruta total dos desinvestimentos seja de entre R$ 24 bilhões e R$ 27 bilhões, usados para pagar dívidas.

Ainda no radar da companhia, houve uma redução no consumo de caixa em outubro, com geração de caixa operacional negativa atingindo R$ 30 milhões contra R$ 101 milhões no mês anterior.

Para o BBI, a estratégia da empresa de priorizar investimentos de fibra ótica para residência em relação ao segmento móvel, entre outras medidas, permitiu que ela postasse resultados positivos e redução da geração negativa de caixa mensal.

→ A Oi é uma das maiores empresas do setor de telecomunicações brasileiro. Ela atua na prestação de serviços de telefonia fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio composto de rede de transporte e backbone internacional, transmissão de dados e TV por assinatura. Confira a análise completa da empresa com informações exclusivas.

Prejuízo líquido marca R$ 2,6 bilhões, no resultados 3T20

“Oi”? A empresa de telecomunicações Oi anunciou um prejuízo líquido consolidado de R$ 2,638 bilhões no critério atribuído aos controladores, o que representa uma queda de 54,1% sobre a perda acumulada no 3T19, um montante de R$ 5,747 bilhões. No segundo trimestre deste ano, a Oi registrou prejuízo de R$ 3,409 bilhões.

A dívida bruta consolidada registrou R$ 26,929 bilhões, o que significa uma alta de 3,1% em relação ao segundo trimestre, e um desempenho superior em 50,4% sobre o mesmo trimestre de 2019. De acordo com a empresa, essa elevação decorre sobretudo da desvalorização do real frente ao dólar.

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