Confira os Indicadores Econômicos desta terça-feira (19/01/2021)

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Confira os principais indicadores econômicos desta terça-feira (19/01/2021), em destaque Janet Yellen, a escolha do presidente eleito Joe Biden para secretária do Tesouro.

Brasil

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 2,37% no segundo decêndio  de janeiro, ante 1,18% no mesmo período do mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 23,41% para 25,46%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 3,08% no segundo decêndio de janeiro, ante 1,17% no segundo decêndio de dezembro. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais passaram de 2,11% em dezembro para 0,97% em janeiro. A maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 2,89% para 0,46%.

O índice referente a Bens Intermediários variou 1,89% no segundo decêndio de janeiro, contra 2,12% no mesmo período de dezembro. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,72% para 1,11%.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu tração em todas as sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de janeiro, informou na manhã desta terça-feira, 19, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O índice cheio desacelerou de 0,79% na primeira leitura do mês para 0,52% nesta divulgação. Houve decréscimo nas taxas de Salvador (0,56% para 0,33%), Brasília (0,25% para 0,00%), Belo Horizonte (0,89% para 0,68%), Recife (1,27% para 1,02%), Rio de Janeiro (0,86% para 0,53%), Porto Alegre (1,15% para 0,81%) e São Paulo (0,65% para 0,40%).

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) promove hoje (19) a primeira parte da reunião para definir a taxa básica de juros, a Selic. Amanhã (20), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa ao final do dia.

Terminou às 12h42 a reunião, encontro havia começado às 10h06. Participaram o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e oito diretores da instituição. À tarde, ocorre a reunião de Análise de Conjuntura, também no âmbito do Copom.

De um total de 58 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, todas esperam pela manutenção da Selic em 2,00% ao ano. Para o fim de 2021, as casas esperam desde uma Selic estável em 2,00% até um aumento dos juros a 4,75% ao ano. A mediana é de 3,50%.

Estados Unidos

Janet Yellen, a escolha do presidente eleito Joe Biden para secretária do Tesouro, disse na terça-feira (19) que os EUA poderiam pagar uma taxa de imposto corporativa mais alta se coordenar com outras economias ao redor do globo.

Os comentários de Yellen foram feitos durante seu depoimento perante o Comitê de Finanças do Senado, que irá debater se ela deve ser confirmada para o cargo de Gabinete. Se confirmada pelo Senado, Yellen seria a primeira mulher a chefiar o Departamento do Tesouro.

“Esperamos trabalhar ativamente com outros países por meio das negociações da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico] sobre impostos sobre corporações multinacionais para tentar impedir o que tem sido uma corrida destrutiva e global para o fundo da tributação corporativa”, disse ela em resposta a uma pergunta do senador Mike Crapo, R-Idaho.

Europa

índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha avançou 0,5% em dezembro de 2020 frente ao mês anterior.

Na comparação anual, o CPI caiu 0,3% em dezembro, de acordo com a leitura final do dado, divulgada nesta terça-feira, 19, pelo instituto oficial de estatísticas do país, o Destatis. Os resultados vieram em linha com as projeções dos analistas consultados pelo Wall Street Journal.

A confiança do investidor da Alemanha cresceu mais do que o esperado em janeiro diante do aumento das expectativas para exportações, melhorando a perspectiva para a maior economia da Europa, disse nesta terça-feira o instituto de pesquisa econômica ZEW.

A pesquisa sobre o sentimento econômico do investidor aumentou a 61,8 de 55,0 pontos no mês anterior, disse o ZEW.

Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta tombo do Produto Interno Bruto (PIB) da França de 9,0% em 2020 e alta de 5,5% em 2021. De acordo com a entidade, o país europeu foi um dos mais afetados pela pandemia de covid-19 no mundo, com medidas de contenção da doença que golpearam a economia.

Além disso, o FMI diz que a França tem “desafios de longa data” para enfrentar, como dívida pública elevada, crescimento lento e desigualdade social importante, com riscos que podem levar a revisões para baixo das previsões supracitadas.

As ações europeias caíram nesta terça-feira, enquanto os investidores monitoram as esperanças de recuperação econômica e o discurso de confirmação da nova secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen.

Ásia

A China foi uma das poucas economias do mundo que registraram crescimento positivo em 2020, apesar da pandemia do novo coronavírus, com avanço de 2,3% no Produto Interno Bruto (PIB). Ainda assim, esse é o menor resultado do país em 44 anos.

 

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